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Saque do FGTS 2022 – como retirar e como usar?

Para quem está em dificuldades financeiras a notícia é ótima. O governo federal editou uma medida provisória que permite o saque do FGTS. De acordo com o texto publicado no Diário Oficial da União no dia 18 de março, o saque poderá ser feito até 15 de dezembro de 2022, com o limite de valor de  R$ 1 mil por trabalhador (MP 1.105/2022).

 

Segundo o consultor trabalhista da Confirp Consultoria Contábil, Josué Pereira de Oliveira, o saque é facultativo e o calendário tem início em 20 de abril. A solicitação pode ser feita até 15 de dezembro. “O trabalhador que não quiser retirar os recursos tem até 10 de novembro para cancelar o crédito. O chamado desfazimento deve ser solicitado pelo Caixa Tem. Para quem não pedir o cancelamento, nem movimentar o dinheiro até 15 de dezembro, os valores serão devolvidos à conta do FGTS”, explica o especialista.

 

Veja abaixo o calendário para saque a partir do mês de nascimento:

  • Janeiro – 20 de abril
  • Fevereiro – 30 de abril
  • Março – 04 de maio
  • Abril – 11 de maio
  • Maio – 14 de maio
  • Junho – 18 de maio
  • Julho – 21 de maio
  • Agosto – 25 de maio
  • Setembro – 28 de maio
  • Outubro – 01 de junho
  • Novembro – 08 de junho
  • Dezembro – 15 de junho

 

Qualquer pessoa que tiver conta vinculada do FGTS ativo ou inativo pode receber o valor. O recebimento se dá por meio de conta poupança digital, ou o app caixa tem, caso o funcionário não tenha uma conta poupança digital a Caixa Econômica Federal vai abrir uma conta em nome do trabalhador automaticamente.

 

O que fazer com o dinheiro?

 

Essa renda pode vir em boa hora, mas é preciso cuidado para não a utilizar em gastos desnecessários. “Muitas pessoas usam rendas extras mesmo sem necessidade e em compras que não precisam sem considerar sua situação financeira atual, entrando numa bola de neve de inadimplência. Infelizmente, isso é comum”, conta o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos.

 

De acordo com o educador, a decisão de como usar o FGTS vai depender justamente da situação financeira em que a pessoa se encontra. “Se você está em uma situação financeira confortável, a melhor orientação é tirá-lo imediatamente da conta corrente e direcioná-lo para uma aplicação que tenha melhores rendimentos”.

 

Confira orientações para quem está em situação de inadimplência, de equilíbrio financeiro e também para quem já tem o hábito de investir:

 

Em situação de inadimplência

 

Caso o valor resgatado seja suficiente para quitar as dívidas em atraso totalmente, mesmo assim é preciso cuidado, avalie se não vai precisar destes valores no futuro, na crise é hora de planejar muito bem os gastos. Além disto, é válido negociar e conseguir descontos, diminuindo grande parte da dívida. Por outro lado, se não for para quitar 100% da dívida, é mais interessante investir o valor e para ter força para negociar no futuro.

 

De uma forma ou de outra, o principal a ser feito nessa situação delicada é se educar financeiramente, ou seja, mudar seu comportamento para não mais retornar à inadimplência. O primeiro passo é olhar para a sua situação de forma honesta e levantar todos os números, traçando um planejamento para renegociar a dívida – agora ou no futuro – em parcelas quem respeitem o orçamento mensal.

 

Em situação equilibrada ou de investidor

 

Esse dinheiro pode ser a salvação para não se endividar, assim é preciso de muito cuidado, o valor pode acabar ser utilizado em compras supérfluas e de pouca importância, ao invés de contribuir para a conquista de “gordura” financeira neste momento. Também é preciso não esquecer que é preciso sonha e cada pessoa deve ter no mínimo três: um de curto prazo (a ser realizado em um ano), outro de médio prazo (entre um e dez anos) e outro de longo prazo (a ser realizado a partir de dez anos).

 

Mesmo nessa situação, é orientável fazer o saque das contas assim que possível e aplicar o valor em investimentos como poupança, CDB e tesouro direto, entre outras, que rendam mais do que o FGTS, que tem rendimento muito baixo por causa da SELIC menor da história. A modalidade escolhida precisa corresponder ao prazo em que se deseja realizar o sonho, tendo em vista a possibilidade de resgatá-lo no momento desejado sem perder rendimentos.

 

Enfim, utilizar o FGTS é muito importante no momento, mas é preciso planejamento e cuidado para que esse realmente possa ajudar neste momento ou em momentos futuros. Lembrando que essa crise ainda irá durar por um longo tempo.

 

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IRPF – Veja os principais erros na hora de declarar

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CBE: Quais são as Melhores Práticas para Declarar Capitais Brasileiros no Exterior?

Declarar corretamente capitais brasileiros no exterior é uma obrigação legal que ainda gera muitas dúvidas entre pessoas físicas e jurídicas. A CBE – Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior, exigida pelo Banco Central do Brasil, vai além de um simples formulário: trata-se de um instrumento de transparência patrimonial, conformidade fiscal e segurança jurídica. Neste artigo, você vai entender quais são as melhores práticas para declarar CBE, evitar erros comuns, cumprir prazos e garantir tranquilidade perante o Banco Central e a Receita Federal, com a orientação de uma das maiores referências em contabilidade do Brasil: a Confirp.     O que é a CBE e por que a declaração de capitais brasileiros no exterior é obrigatória?   A CBE – Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior é uma obrigação imposta pelo Banco Central do Brasil a pessoas físicas e jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no país que possuam bens, direitos ou valores fora do território nacional . A declaração é obrigatória quando:   O total de ativos no exterior ultrapassa US$ 1 milhão em 31 de dezembro. Ou quando há movimentações trimestrais acima de US$ 100 milhões. A finalidade da CBE é garantir:   Controle estatístico da posição internacional do Brasil Prevenção à evasão de divisas Conformidade com padrões internacionais de transparência financeira       Quais são os principais erros na declaração de capitais brasileiros no exterior?   Mesmo contribuintes experientes cometem falhas que podem gerar multas elevadas e riscos fiscais.   Quais erros devem ser evitados na declaração CBE?   Omissão de contas bancárias, trusts ou investimentos. Divergência entre a CBE e a Declaração de Imposto de Renda. Conversão incorreta de valores para dólar americano. Falta de documentação que comprove origem e titularidade dos recursos. Perda do prazo legal de entrega.   Esses erros reforçam a importância de assessoria contábil especializada.     Quais são as melhores práticas para declarar capitais brasileiros no exterior corretamente?   Como organizar informações para a declaração de capitais brasileiros no exterior? A primeira boa prática é manter um controle detalhado e atualizado de todos os ativos no exterior, como:   Contas bancárias. Investimentos financeiros. Participações societárias. Imóveis e outros bens.   Todos os valores devem ser informados com base na cotação oficial do dólar na data de referência exigida pelo Banco Central.   Por que alinhar a CBE com o Imposto de Renda é essencial?   Uma das melhores práticas na declaração de capitais brasileiros no exterior é garantir total coerência entre:   CBE Banco Central. Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física ou Jurídica.   Qualquer inconsistência pode acionar cruzamentos automáticos de dados, aumentando o risco de fiscalização.   Como cumprir prazos da declaração CBE sem riscos?   A CBE possui dois tipos de entrega:   Anual, com prazo normalmente até o início de abril. Trimestral, para grandes valores, com datas específicas ao longo do ano.   O acompanhamento profissional evita atrasos e penalidades, que podem chegar a R$ 250 mil por declaração.   Quais são os benefícios de contar com especialistas para declarar capitais brasileiros no exterior?   Redução de riscos fiscais e multas. Conformidade total com Banco Central e Receita Federal. Clareza sobre obrigações presentes e futuras. Planejamento tributário mais eficiente. Tomada de decisão baseada em dados confiáveis.   Dúvidas frequentes sobre declaração de capitais brasileiros no exterior   Quem é obrigado a entregar a CBE?   Pessoas físicas e jurídicas residentes no Brasil com ativos no exterior acima de US$ 1 milhão.   A CBE substitui a declaração no Imposto de Renda?   Não. CBE e Imposto de Renda são obrigações distintas, mas devem estar alinhadas.   Quais ativos devem ser declarados na CBE?   Contas bancárias, investimentos, imóveis, participações societárias e outros bens no exterior.   O que acontece se eu não declarar capitais brasileiros no exterior?   O contribuinte pode sofrer multas elevadas, além de riscos de fiscalização.   Vale a pena contratar uma contabilidade especializada para CBE? Sim. A complexidade da declaração de capitais brasileiros no exterior exige conhecimento técnico, atualização constante e experiência prática.     Como a Confirp garante segurança e confiabilidade na declaração CBE?   A Confirp garante segurança e confiabilidade na declaração da CBE por meio de um trabalho pautado em rigor técnico, ética profissional e profundo conhecimento das normas que regulam a Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior.  A equipe atua com atualização constante frente às exigências do Banco Central do Brasil, assegurando total conformidade legal em cada informação declarada. Além disso, a Confirp adota confidencialidade absoluta no tratamento de dados patrimoniais e financeiros, protegendo informações sensíveis de pessoas físicas e jurídicas. Sua atuação é essencialmente preventiva, identificando riscos, corrigindo inconsistências e evitando autuações, multas e a formação de passivos fiscais futuros. O resultado é segurança patrimonial, tranquilidade fiscal e a certeza de que a declaração da CBE está alinhada às melhores práticas de governança, transparência e compliance.   Veja também: Como Grandes Empresários Usam Offshores para Expandir Seus Negócios Reestruturação Societária: Por Que Realizar e Como Realizar Corretamente Pró-labore e dividendos, quais as melhores práticas paro os sócios de uma empresa  

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Profissionais autônomos podem pagar mais imposto pelo Simples Nacional

  Leia também e entenda tudo sobre Offshore: Contabilidade Para Empresa Offshore: Entenda a Importância {Offshore}: Entenda sobre a Nova Lei para o Brasil em 2024 Offshore: saiba o que é e como abrir esse tipo de empresa Desde 1 de janeiro, profissionais autônomos como médicos, advogados, dentistas e engenheiros podem aderir ao Supersimples, ou Simples Nacional. Até dezembro de 2014, eles eram tributados pelo lucro presumido, que gera oito carnês independentes. Mas, embora o regime unificado de tributação elimine boa parte da burocracia, a opção nem sempre é vantajosa para o empreendedor. O pedido de adesão poderá ser feito até 31 de janeiro. Ao todo, 142 atividades foram incluídas no regime tributário, quando foi alterada a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, em agosto de 2014. A inclusão foi feita em anexos da lei (documento com a tabela dos tributos), que vão do 1 ao 6, e determinam as alíquotas a serem cobradas. Algumas atividades foram diretamente beneficiadas pela medida, como advogados (incluídos no Anexo 4, poderão pagar impostos com taxas entre 4,5% e 16,85% conforme faturamento), bem como fisioterapeutas e corretores (incluídos no Anexo 3, com alíquotas de 6% a 17,42%), por exemplo. Já médicos, dentistas, arquitetos e engenheiros, que serão tributados pelo Anexo 6, vão pagar entre 16,93% e 22,45%. Estes precisam ter cautela e fazer muita conta antes de optar pelo Supersimples, segundo o diretor tributário da empresa de contabilidade Confirp, Welinton Mota. Não é possível generalizar, diz ele, pois cada empresa tem números particulares. Mas a adesão ao Simples não é vantajosa para muitas atividades enquadradas no Anexo 6. “São negócios como consultorias, laboratórios e outros serviços com baixa folha de pagamento e que, pelo Simples, acabariam pagando uma tributação mais alta”, diz Mota. Conta depende da folha de pagamento e do faturamento anual A consultora do Sebrae-SP Sandra Fiorentini avalia que a conta depende, principalmente, da folha de pagamento e do faturamento anual do empreendedor. Quanto mais próximo do teto de R$ 3,6 milhões anuais for o faturamento, maior será a alíquota pelo Simples. E, quanto maior for a folha de pagamento, maior será a alíquota pelo lucro presumido. Cabe a cada empresa fazer simulações para saber qual regime é mais vantajoso. De forma geral, para quem tem uma folha de pagamento alta, em torno de 25% dos gastos da empresa, o Simples pode ser a melhor opção, diz Fiorentini. “Para esses serviços, vale a ideia de que quanto mais funcionários registrados, menos impostos se paga no Simples.” Mas, caso a folha de pagamento represente parcela baixa dos gastos e o faturamento for alto, pode ser mais interessante manter a tributação pelo lucro presumido. Para ajudar nessa decisão, o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) fez uma calculadora que simula os impostos pagos nos diferentes regimes de tributação: Simples, lucro real e lucro presumido. Baixe essa planilha em http://zip.net/bmpdqC. A calculadora está disponível no site do IBPT com mais informações sobre o assunto (http://zip.net/bhpdDL). No entanto, é importante se atentar a um detalhe: “pelo Simples, esses profissionais têm todos os tributos reunidos, mas a contribuição previdenciária patronal é recolhida separadamente. Por isso tem essa alíquota que parece menor porque recolhe a guia de INSS separada. Nesse caso, vale o cálculo da contribuição somado aos impostos para só assim ver qual a melhor opção de tributação.” Mota, da Confip, aconselha que, caso a diferença entre a opção pelo Simples e pelo lucro presumido fique levemente mais alta, ainda pode valer a pena optar pelo regime de tributação unificado. “Vale a facilidade do Simples. Por isso, caso a diferença seja inferior a R$ 1.000 por mês, vale a pena optar por ele”. Além da inclusão desses serviços, a lei complementar 147 cria o cadastro único para as micro e pequenas empresas, que deve entrar em vigor até março do ano que vem. A mudança elimina a necessidade da inscrição estadual e municipal, e deve colaborar para a redução da abertura e fechamento das empresas. Fonte – UOL – http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=2&cid=220952

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Falha na emissão da DAS traz dificuldade no Simples Nacional

Um ajuste no Programa Gerador do Simples Nacional proporcionou grandes dificuldades para as empresas apurarem seus tributos e o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) neste mês de janeiro. Isso se deve ao fato do programa ter ficado fora do ar, impossibilitando o acesso. O problema teve início quinta-feira (14) começando a ficar oscilando, e ficou fora do ar no fim de semana, até segunda-feira (18). Ponto importante é que o prazo para pagamento da DAS referente ao mês de dezembro é nesta quarta-feira (20), não havendo nenhum adiamento mesmo com as dificuldades apresentadas pelo sistema. Veja abaixo nota oficial do Portal do Simples Nacional: Informamos que o Programa Gerador de Documento de Arrecadação do Simples Nacional do Microempreendedor Individual – PGMEI, está sendo ajustado para o cálculo do INSS com base no novo valor do salário mínimo. Até que o ajuste seja concluído, o PGMEI não permitirá a emissão de DAS-SIMEI para período de apuração do ano-calendário 2021. O MEI deverá aguardar a conclusão do ajuste, que deverá ocorrer nos próximos dias. Lembramos que o DAS-SIMEI do período de apuração 01/2021 tem vencimento apenas em 22/02/2021. SECRETARIA-EXECUTIVA DO COMITÊ GESTOR DO SIMPLES NACIONAL Sobre o Simples Nacional O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006. Abrange a participação de todos os entes federados (União, Estados, Distrito Federal e Municípios). É administrado por um Comitê Gestor composto por oito integrantes: quatro da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), dois dos Estados e do Distrito Federal e dois dos Municípios. Para o ingresso no Simples Nacional é necessário o cumprimento das seguintes condições: enquadrar-se na definição de microempresa ou de empresa de pequeno porte; cumprir os requisitos previstos na legislação; e formalizar a opção pelo Simples Nacional. Características principais do Regime do Simples Nacional: ser facultativo; ser irretratável para todo o ano-calendário; abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP); recolhimento dos tributos abrangidos mediante documento único de arrecadação – DAS; disponibilização às ME/EPP de sistema eletrônico para a realização do cálculo do valor mensal devido, geração do DAS e, a partir de janeiro de 2012, para constituição do crédito tributário; apresentação de declaração única e simplificada de informações socioeconômicas e fiscais; prazo para recolhimento do DAS até o dia 20 do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta; possibilidade de os Estados adotarem sublimites para EPP em função da respectiva participação no PIB. Os estabelecimentos localizados nesses Estados cuja receita bruta total extrapolar o respectivo sublimite deverão recolher o ICMS e o ISS diretamente ao Estado ou ao Município.

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