Confirp Notícias

Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada acabaram

As Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada – EIRELI tiveram uma história curta no mundo da consultoria tributária brasileira.

Desde 27 de agosto de 2021, por força do artigo 41 da Lei 14.195/2021, essa modalidade de constituição empresarial deixará de existir.

“As empresas que são optantes por essa tributação passarão a ser agora sociedades limitadas unipessoais (SLU), independentemente de qualquer alteração em seu ato constitutivo.”

“Lembrando que ainda aguardamos o ato do DREI (Departamento de Registro Empresarial e Integração) para mais dados, pois ele é quem regulamentará a referida transformação”, explica Robson Nascimento, consultor tributário da Confirp Consultoria Contábil SP.

Legislação e desafios encurtaram a história das Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada

A curta história das EIRELI se deve ao fato dela ter sido instituída por meio da Lei 12.441, de 11 de julho de 2011, com o objetivo de criar uma figura intermediária entre o empresário individual e a sociedade limitada, mas que reunisse as melhores características dos dois modelos.

Contudo, por mais que atraísse as micro e pequenas empresas, por ser uma forma simplificada de ter um negócio, existiam problemas e o maior era a exigência de capital social acima de 100 salários-mínimos do sócio, cerca de R$ 110.00,00, além de proibir estes de constituir outras pessoas jurídicas.

“Eu avalio que essa alteração será boa para as empresas que estavam no modelo que não existirá mais, pois abre oportunidades aos empresários. Sem contar que praticamente mais nenhum empresário optava por ser EIRELI”, analisa Robson Nascimento.

Sociedade Limitada Unipessoal: uma saída para os empresários

O especialista lembra que ser uma Sociedade Limitada Unipessoal é muito mais vantajoso para as empresas.

Nessa natureza jurídica não é preciso ter sócios, além disso o patrimônio do empreendedor fica separado do patrimônio da empresa, não tendo a exigência de valor mínimo para compor o Capital Social. Além disso, é possível ser sócio de outras empresas.

Ainda faltam informações oficiais dos próximos passos dessa mudança, mas é aguardado para os próximos dias a publicação de ato do DREI (Departamento de Registro Empresarial e Integração), para explicar melhor os procedimentos para as empresas.

A Confirp oferece serviços de contabilidade online e atendimentos nas áreas tributária, fiscal e trabalhista com excelência. Por isso, entre em contato agora mesmo e realize o seu orçamento com nosso escritório de contabilidade.

Compartilhe este post:

key

Entre em contato!

Leia também:

reativar cnpj

Possibilidade de reativação de um CNPJ: veja como fazer

  Você já teve um CNPJ para sua empresa, mas por algum motivo ele foi desativado ou suspenso? Se sim, você pode estar se perguntando se existe a possibilidade de reativar CNPJ e quais são os casos em que isso é possível. Neste blogpost, vamos explorar essa questão e discutir as diretrizes para a reativação de um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), especialmente quando se trata dos serviços prestados pela Confirp Contabilidade. Além disso, vamos abordar se há benefícios em realizar essa ação. Por isso, leia o artigo que preparamos até o final e fique por dentro!   O que é a Reativação de um CNPJ?   A reativação de um CNPJ refere-se ao processo de regularização de um CNPJ inativo ou suspenso, permitindo que a empresa volte a funcionar de maneira legal e regular. Isso ocorre quando o CNPJ, que foi desativado ou não tem movimentação registrada, é reativado junto à Receita Federal ou aos órgãos responsáveis.     Existe a possibilidade de reativar um CNPJ?   A resposta é sim, é possível reativar um CNPJ que tenha sido desativado ou suspenso. No entanto, essa possibilidade está condicionada a certas circunstâncias e procedimentos. Vamos analisar algumas situações em que a reativação do CNPJ pode ser viável:   CNPJ Suspenso   Quando um CNPJ é suspenso, isso significa que a empresa deixou de cumprir alguma obrigação fiscal ou cadastral. Para reativar um CNPJ suspenso, é necessário regularizar a situação pendente junto à Receita Federal.   CNPJ Inapto   Um CNPJ pode ser classificado como “inapto” quando a empresa não entrega suas obrigações fiscais e acessórias por um período de tempo. A reativação requer a regularização das pendências fiscais e o pagamento de eventuais multas.   CNPJ Baixado   Caso o CNPJ tenha sido baixado (encerrado), geralmente não é possível reativá-lo. No entanto, em alguns casos específicos, como o Microempreendedor Individual (MEI), existe a possibilidade de reverter a situação mediante pagamento de taxas e regularização das obrigações.   Troca de Contabilidade   Se você está considerando a troca de contabilidade e deseja manter o mesmo CNPJ, é importante seguir um processo específico para transferir a responsabilidade contábil de um escritório para outro, sem interromper as atividades da sua empresa.     Quais são os Benefícios da Reativação do CNPJ?   Reativar um CNPJ oferece uma série de benefícios importantes para a empresa, permitindo que ela retome suas atividades de forma regularizada e possa aproveitar novas oportunidades no mercado. A seguir, estão alguns dos principais benefícios que a reativação pode trazer para o seu negócio: Retorno à Regularidade Fiscal: Permite que a empresa retome sua situação regular perante a Receita Federal e outros órgãos fiscais. Emissão de Notas Fiscais: Possibilita a emissão de notas fiscais novamente, essencial para formalizar transações comerciais. Retorno às Atividades Comerciais: A reativação viabiliza a continuidade das operações da empresa no mercado. Acesso a Linhas de Crédito e Financiamento: Com o CNPJ ativo, é possível solicitar empréstimos ou financiamentos para expandir o negócio. Participação em Licitações: Empresas com CNPJ regularizado podem participar de licitações públicas, expandindo oportunidades de negócios. Contratação de Funcionários: Permite a contratação de colaboradores com todos os direitos trabalhistas devidamente formalizados. Evita Multas e Penalidades: Regularizar a situação do CNPJ evita o acúmulo de multas e juros por inatividade ou pendências fiscais. Acesso a Benefícios Fiscais: Com o CNPJ reativado, a empresa pode se beneficiar de incentivos fiscais e regimes tributários especiais. Fortalecimento da Imagem da Empresa: A reativação do CNPJ demonstra comprometimento com a regularização e a transparência, o que fortalece a credibilidade no mercado. Possibilidade de Expansão: Ao regularizar a empresa, novas parcerias e colaborações comerciais podem ser estabelecidas, impulsionando o crescimento do negócio.     Quanto Tempo Demora para Reativar um CNPJ?   O tempo necessário para reativar um CNPJ pode variar dependendo de diversos fatores, como a situação do CNPJ e a complexidade da regularização. Aqui estão os principais pontos que influenciam o prazo de reativação:   Regularização de Débitos Fiscais   Se o CNPJ possui débitos fiscais, como impostos não pagos ou multas, o processo de regularização pode levar mais tempo. O prazo para quitar esses débitos depende do tipo de tributo e da forma de pagamento acordada com a Receita Federal ou os órgãos estaduais/municipais.  Após o pagamento das pendências, a reativação pode ser realizada rapidamente, geralmente em até 5 a 10 dias úteis, dependendo do processamento pela Receita Federal.   Atualização Cadastral na Receita Federal   Se o motivo da inatividade for a necessidade de atualização de dados cadastrais (como endereço, atividade econômica, ou responsável legal), o processo de reativação pode ser mais rápido.  Caso o cadastro esteja correto e não haja pendências fiscais, a reativação pode ser feita em até 1 a 2 semanas, pois a atualização é processada em tempo real pela Receita Federal.   Suspensão por Falta de Declaração   Se a empresa foi suspensa por não enviar declarações fiscais, a regularização desse ponto pode exigir o envio de documentos atrasados. O prazo depende da quantidade e da complexidade das declarações, mas geralmente leva entre 10 e 30 dias para regularizar a situação.   Processamento e Análise pela Receita Federal   Após a regularização dos débitos ou atualização cadastral, o processo de reativação passa por uma análise na Receita Federal. Esse procedimento pode levar de 5 a 15 dias úteis, dependendo da carga de trabalho do órgão e da complexidade do caso.   Pendências com a Junta Comercial ou Órgãos Municipais/Estaduais   Se a reativação envolver a regularização na Junta Comercial ou em órgãos estaduais/municipais, como a obtenção de licenças ou alvarás de funcionamento, o prazo pode ser mais longo. Geralmente, esse processo leva entre 10 e 30 dias úteis, dependendo da cidade ou estado e da demanda do órgão.   Dicas para Acelerar o Processo:   Mantenha os pagamentos em dia: Certifique-se de que todos os impostos e contribuições estão quitados para evitar atrasos. Faça a atualização cadastral rapidamente: Verifique se os dados da empresa estão corretos no cadastro da Receita Federal.

Ler mais
mp da liberdade economica

Presente de fim de ano – Dória aumenta o ICMS de alimentos, refeições, saúde e diversos outros setores

Para ajustar as contas do Estado de São Paulo em função da pandemia, o governo de João Dória já elegeu quem pagará as contas: os contribuintes e empresários. Recentemente a Secretaria da Fazenda do Estado publicou alguns ajustes que implicarão no aumento da ICMS para diversos setores. Serão centenas de setores impactados com esse aumento do ICMS que chega a até 207% (veículos usados). Veja alguns dos setores que serão impactados: alimentos, refeições, veículos novos e usados, TVs por assinatura, móveis, saúde e construção. E, segundo o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, é certo que esse repasse será repassado aos consumidores. Para entender melhor: em 16 de outubro de 2020 o Estado de São Paulo publicou diversas normas alterando a legislação do ICMS, com a finalidade de aumentar a arrecadação. São medidas de ajuste fiscal e equilíbrio das contas públicas, em face da pandemia do Covid-19. “Os decretos 65.252/2020, 65.253/2020, 65.254/2020 e 65.255/2020 têm a finalidade de aumentar a arrecadação de impostos, para superar o rombo ocasionado pela crise. São medidas de ajuste fiscal para equilíbrio das contas públicas, em face da pandemia do Covid-19. Contudo, existem vários desses decretos que representarão aumentos desse tributo, complicando ainda mais as finanças das empresas”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil. Dentro das ações previstas pelos decretos estão prorrogação para até 31 de dezembro de 2022 do prazo final de determinados benefícios, a redução do percentual de alguns benefícios, aumento das alíquotas com mercadorias por dois anos, entre outros assuntos. “Com a mudança, a partir de janeiro, as alíquotas do ICMS desses produtos terão consideráveis elevações, tornando ainda mais pesadas cargas tributárias. Em situação de crise isso se mostra um novo complicador. Outro ponto é que certamente em muitos casos os referidos estabelecimentos repassarão esse aumento para o consumidor, encarecendo os preços desses produtos e serviços”, analisa Richard Domingos Essa majoração está prevista para vigorar por dois anos, ou seja, até 15 de janeiro de 2023, segundo os decretos, restando saber se daqui dois anos o governo vai publicar novo decreto restabelecendo as alíquotas anteriores, fato que ainda é incerto.

Ler mais
empregador doméstico Empregados Domésticos

Simplifique a Gestão de Empregados Domésticos com o Confirp em Casa!

Você sabia que todo empregador doméstico é obrigado a registrar seus funcionários? A legislação trabalhista estende muitos dos benefícios da CLT aos empregados domésticos, que desempenham atividades como babá, cozinheira, motorista, caseiro, jardineiro, cuidadora, governanta e mordomo, entre outros. No entanto, ser um empregador doméstico envolve uma série de responsabilidades, controles e obrigações acessórias para calcular corretamente os tributos e valores devidos ao empregado. Muitas vezes, os empregadores enfrentam dificuldades nesse processo, pois não estão devidamente preparados. Para ajudar você nessa demanda, apresentamos o Confirp em Casa, o produto perfeito para simplificar a gestão dos seus empregados domésticos! Com custos totalmente acessíveis e a utilização de um dos melhores softwares de folha de pagamento disponíveis no mercado, além de profissionais altamente capacitados, o Confirp em Casa oferece uma solução completa para suas necessidades. Veja tudo o que você pode obter com o Confirp em Casa: ✔️ Elaboração de contrato de trabalho; ✔️ Elaboração de folha de pagamento; ✔️ Controle e cálculo de férias; ✔️ Disponibilização online do holerite; ✔️ Entrega das obrigações acessórias mensais e anuais; ✔️ Cadastramento do número do CEI/PIS; ✔️ Cálculo de horas extras; ✔️ Elaboração de folha de décimo terceiro; ✔️ Cálculo de rescisões; ✔️ Consultoria trabalhista. Não perca mais tempo! Simplifique a folha de pagamento do seu empregado doméstico com o Confirp em Casa. Tenha total tranquilidade e segurança ao cumprir todas as obrigações legais relacionadas ao seu empregado doméstico. Conte com a expertise da Confirp Contabilidade para garantir uma gestão eficiente e livre de preocupações. Entre em contato conosco e saiba mais sobre o Confirp em Casa!

Ler mais

Tributação de dividendos na Reforma Tributária: o que já se sabe, o que pode mudar e quais os impactos para empresas e investidores?

A tributação de dividendos na Reforma Tributária é um dos temas mais estratégicos e sensíveis do sistema fiscal brasileiro.  Embora o país esteja avançando na simplificação de tributos sobre consumo, o debate sobre a tributação da renda, especialmente sobre lucros e dividendos, segue no centro das discussões econômicas, políticas e empresariais. Para empresas, investidores, sócios e gestores financeiros, entender o que já está definido, o que ainda pode mudar e como se preparar é essencial para planejamento tributário, proteção patrimonial e tomada de decisão consciente. Neste artigo, a Confirp Contabilidade apresenta uma análise técnica, atualizada e estratégica sobre o tema, reunindo experiência prática, expertise contábil, autoridade técnica e confiabilidade, pilares que sustentam sua atuação há décadas no mercado.     O que é a tributação de dividendos e como funciona hoje no Brasil?   A tributação de dividendos é o mecanismo pelo qual o Estado cobra impostos sobre os lucros distribuídos pelas empresas a seus sócios ou acionistas. Esses valores representam a parcela do resultado empresarial que é repassada aos proprietários do negócio.   Como funciona a tributação de dividendos hoje no Brasil?   Atualmente, o Brasil adota um modelo diferenciado em relação à maior parte das grandes economias. Desde 1996, os lucros e dividendos distribuídos pelas empresas são isentos de Imposto de Renda para a pessoa física.   Na prática, isso significa que:   O sócio ou acionista não paga IR ao receber dividendos; A tributação ocorre exclusivamente no nível da empresa, antes da distribuição dos lucros.   Quais impostos incidem sobre o lucro da empresa?   Antes de serem distribuídos, os lucros empresariais já sofrem a incidência de tributos, principalmente:   IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)   Esses impostos recaem sobre o resultado da empresa, independentemente de os lucros serem posteriormente distribuídos ou reinvestidos no negócio.       Por que o modelo brasileiro é considerado uma exceção?   O sistema brasileiro é frequentemente apontado como atípico no cenário internacional, pois: A maioria dos países tributa os dividendos, ainda que com alíquotas reduzidas, isenções parciais ou mecanismos para evitar a bitributação; No Brasil, há isenção total para a pessoa física, o que não é comum entre as economias desenvolvidas.   Esse modelo é um dos principais pontos de debate nas discussões sobre Reforma Tributária, especialmente quando se analisa equidade fiscal, distribuição de renda e competitividade das empresas brasileiras.   Por que a tributação de dividendos entrou no debate da Reforma Tributária?   A tributação de dividendos passou a ocupar lugar central no debate da Reforma Tributária porque está diretamente relacionada a temas como justiça fiscal, padrões internacionais e sustentabilidade das contas públicas. A discussão se apoia, principalmente, em três fatores estruturais:   1. Busca por maior equidade tributária   Um dos principais argumentos a favor da tributação de dividendos é a necessidade de corrigir distorções no sistema tributário brasileiro. Atualmente, trabalhadores assalariados sofrem a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) de forma progressiva, com alíquotas que podem chegar a 27,5%, além das contribuições previdenciárias. Por outro lado, empresários e investidores que recebem rendimentos na forma de lucros e dividendos são integralmente isentos de IR na pessoa física, desde que os valores tenham origem em lucros regularmente apurados.   Essa diferença de tratamento faz com que:   Pessoas com rendas elevadas possam pagar menos imposto proporcionalmente do que trabalhadores formais; Haja incentivo à pejotização, em que profissionais optam por receber rendimentos como pessoa jurídica para reduzir a carga tributária; O sistema se torne menos progressivo, contrariando o princípio constitucional da capacidade contributiva.   2. Alinhamento às práticas internacionais   Outro ponto central do debate é o desalinhamento do Brasil em relação às práticas internacionais. Na maioria dos países membros da OCDE, os dividendos são tributados, ainda que com mecanismos para evitar a bitributação econômica, como:   Alíquotas reduzidas sobre dividendos; Créditos tributários que compensam o imposto pago pela empresa; Faixas de isenção para pequenos investidores.   O fato de o Brasil adotar isenção total na pessoa física torna o país uma exceção relevante entre as grandes economias, o que:   Dificulta comparações internacionais de carga tributária; Afeta análises de justiça fiscal e competitividade do sistema tributário; Pressiona o país a revisar suas regras diante de compromissos internacionais e recomendações técnicas.   3. Necessidade de arrecadação sustentável   A discussão também está ligada à busca por uma estrutura de arrecadação mais equilibrada e sustentável no longo prazo. O sistema tributário brasileiro é historicamente concentrado em impostos sobre o consumo, como ICMS, IPI e ISS, que:   Incidem de forma regressiva; Afetam proporcionalmente mais as camadas de menor renda.   Nesse contexto, a tributação de dividendos surge como uma alternativa para:   Ampliar a base de arrecadação sem elevar ainda mais os tributos sobre consumo; Redistribuir o peso da carga tributária para rendas mais altas; Contribuir para o financiamento de políticas públicas sem comprometer o crescimento econômico de forma desproporcional.   O que já se sabe sobre a tributação de dividendos na Reforma Tributária?   Apesar de ainda não haver um modelo definitivo aprovado, alguns pontos já estão relativamente claros.   Possibilidade real de tributação dos dividendos   Há consenso técnico e político de que a isenção total tende a acabar, ainda que de forma gradual ou parcial.   Alíquotas moderadas   As propostas discutidas indicam:   Alíquotas entre 10% e 20% Possibilidade de isenção para pequenos valores ou para micro e pequenas empresas   Compensação com redução do IRPJ   Para evitar bitributação excessiva, é provável que haja:   Redução do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica Ajustes na CSLL Esse modelo busca manter o equilíbrio da carga tributária total.       O que ainda pode mudar na tributação de dividendos?   A Reforma Tributária ainda passa por regulamentações e ajustes políticos, o que abre espaço para mudanças relevantes.   Pontos em aberto   Percentual exato da alíquota Regras de transição Tratamento diferenciado para: Holdings Lucro presumido x lucro real Simples Nacional   Tributação de dividendos

Ler mais
CONFIRP
Visão geral de privacidade

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.