{"id":7696,"date":"2015-07-20T13:01:15","date_gmt":"2015-07-20T13:01:15","guid":{"rendered":"https:\/\/oldconfirp.upsites.com.br\/?p=7696"},"modified":"2022-09-19T13:51:16","modified_gmt":"2022-09-19T16:51:16","slug":"o-brasil-pode-dar-certo-quando","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/confirp.com.br\/en\/o-brasil-pode-dar-certo-quando\/","title":{"rendered":"O Brasil pode dar certo? Quando?"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<h2>Em entrevista para Gest\u00e3o in Foco, Gustavo Loyola, economista do ano de 2014, apresenta a real situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds e caminhos econ\u00f4micos e para o empresariado.<\/h2>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-7697\" src=\"http:\/\/webapp270365.ip-66-228-50-30.cloudezapp.io\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/GustavoLoyola.jpg\" alt=\"GustavoLoyola\" width=\"900\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/confirp.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/GustavoLoyola.jpg 900w, https:\/\/confirp.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/GustavoLoyola-300x200.jpg 300w, https:\/\/confirp.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/GustavoLoyola-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/p>\n<p>O momento \u00e9 de preocupa\u00e7\u00e3o generalizada no Mercado com um horizonte cheio de incertezas que afeta principalmente os empres\u00e1rios, que querem saber sobre perspectivas e caminhos a serem tomadas. Frente a tudo isso, a postura de um dos maiores economistas brasileiros Gustavo Loyola \u00e9 que n\u00e3o deve haver desespero.<\/p>\n<p>Ele falou com exclusividade com a Gest\u00e3o in Foco sobre o futuro do pa\u00eds e para ele, apesar dos frequentes erros, ainda \u00e9 poss\u00edvel acreditar no pa\u00eds. Veja a conversa com o ex-presidente do Banco Central por duas vezes: entre 1992 e 1993 e entre 1995 e 1997 e que recebeu o pr\u00eamio de \u201cEconomista do Ano\u201d de 2014. Atualmente, o economista \u00e9 s\u00f3cio da Tend\u00eancias Consultoria.<\/p>\n<p>Veja os principais pontos do bate-papo:<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio para 2015<\/strong><\/p>\n<p>O cen\u00e1rio econ\u00f4mico brasileiro para 2015 n\u00e3o \u00e9 positivo, pelas an\u00e1lises feitas pela Tend\u00eancia Consultoria vemos que teremos um baixo crescimento econ\u00f4mico, com infla\u00e7\u00e3o em alta e um cen\u00e1rio pol\u00edtico inst\u00e1vel, principalmente com o Lava Jato, investiga\u00e7\u00f5es relacionadas a corrup\u00e7\u00e3o na Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, esse ano ser\u00e1 de pesados ajustes de nossa pol\u00edtica econ\u00f4mica, como j\u00e1 estamos observando e ainda existe e risco de racionamento de \u00e1gua e energia, o prejudica ainda mais a perspectiva, pois, se isso realmente se concretizar os resultados ser\u00e3o desastrosos. Enfim, as perspectivas n\u00e3o s\u00e3o boas para 2015, mas j\u00e1 era esperado, pois estamos pagando por erros de nossa administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>O Governo Federal se descuidou em muitos pontos realizando uma p\u00e9ssima gest\u00e3o fiscal, que prejudicou a produ\u00e7\u00e3o , refletindo diretamente na infla\u00e7\u00e3o. Resumidamente, nos \u00faltimos anos uma administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica errou e agora chegou a hora de todos terem que pagar a conta.<\/p>\n<p><strong>Sa\u00eddas para o Governo<\/strong><\/p>\n<p>Felizmente existe uma luz no fim do t\u00fanel da economia brasileira, mas isso s\u00f3 ser\u00e1 vi\u00e1vel se o Governo conseguir realizar um pesado ajuste fiscal e se n\u00e3o tivermos\u00a0 mudan\u00e7a em nossa nota de risco de investimento, como ocorreu com a Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m se tornou fundamental o controle mais acentuado para reduzir a infla\u00e7\u00e3o, mais isso n\u00e3o acontecer\u00e1 neste ano. Enfim, \u00e9 imprescind\u00edvel que o Banco Central reveja seus conceitos sobre economia e politicas de crescimento, bem como o protecionismo. \u00c9 necess\u00e1rio que sejam priorizadas pol\u00edticas que estimulem investimentos em toda a cadeia produtiva, e que se proponha uma reforma para produtividade.<\/p>\n<p>Contudo, essas mudan\u00e7as passam por duas d\u00favidas: a primeira, existe vontade pol\u00edtica para reconhecer os erros do passado e dar uma guinada de 180\u00b0 no que foi feito at\u00e9 agora? Por mais que tenham colocado como ministro da Fazenda o Joaquim Levy, que possui mais caracter\u00edstica de mercado, parece que essa mudan\u00e7a n\u00e3o ser\u00e1 na amplitude que deveria, principalmente quando observamos que a Presidente Dilma est\u00e1 mais preocupada em colocar a culpa nos outros do que assumir os pr\u00f3prios erros.<\/p>\n<p>O segundo ponto \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, pois o Governo ter\u00e1 que ter uma forte articula\u00e7\u00e3o no Congresso Nacional, principalmente com o PMDB e outros partidos da base aliada, pois a rela\u00e7\u00e3o nunca foi t\u00e3o fr\u00e1gil. Al\u00e9m disso, existe a Opera\u00e7\u00e3o Lava \u00e0 Jato, que enfraquece ainda mais a situa\u00e7\u00e3o, com sua perspectiva de grande estrago no Governo e no Congresso.<\/p>\n<p>Por sinal essa crise da Petrobr\u00e1s tamb\u00e9m tem repercuss\u00e3o na economia como um todo e principalmente nos investimentos, sendo que cerca de 10% de todo investimento nacional adv\u00eam da Petrobr\u00e1s. Assim todo o nosso investimento em infraestrutura tamb\u00e9m \u00e9 prejudicado.<\/p>\n<p><strong>Ministro da Fazenda Joaquim Levy<\/strong><\/p>\n<p>O atual ministro da Fazenda Joaquim Levy enfrenta efetivamente dois problemas. O primeiro \u00e9 o grau de apoio que ele ter\u00e1 dentro do Poder Executivo e no Congresso. Dentro do Executivo o apoio total \u00e9 muito prov\u00e1vel, pois s\u00e3o muitos os incentivos que fazem com que a presidente Dilma Rousseff de carta branca, pois ela sabe o risco fiscal e econ\u00f4mico que o pa\u00eds est\u00e1 correndo, e que s\u00e3o poucas as alternativas.<\/p>\n<p>J\u00e1 no Congresso a coisa \u00e9 um pouco mais complicada, principalmente com a Opera\u00e7\u00e3o Lava R\u00e1pido e outras den\u00fancias que est\u00e3o criando instabilidade pol\u00edtica. Contudo, a esperan\u00e7a \u00e9 que estamos atravessando uma crise, e em situa\u00e7\u00f5es extremas normalmente o Congresso se alinha para apoiar medidas duras e necess\u00e1rias.<\/p>\n<p>O segundo problema que ele enfrentar\u00e1 \u00e9 que as medidas que est\u00e3o sendo tomadas, por mais que j\u00e1 sejam pesadas, s\u00e3o claramente insuficientes para atender \u00e0 meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio, que \u00e9 de a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; soma das riquezas produzidas no pa\u00eds), e isso se deve ao fato de que os dados relativos \u00e0 2014 j\u00e1 foram pior do que o necess\u00e1rio e tamb\u00e9m por que no come\u00e7o desse anos os dados j\u00e1 mostram que a arrecada\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante ruim. Assim se torna necess\u00e1rio que se consiga de R$50 \u00e0 R$60 bilh\u00f5es para ajuste.<\/p>\n<p>Assim, o Joaquim Levy necessita tirar um \u2018coelho da cartola\u2019, tendo que buscar novas medidas de economia e para aumentar a arrecada\u00e7\u00e3o, sendo necess\u00e1rio abrir uma nova agenda de a\u00e7\u00f5es que n\u00e3o ser\u00e3o positivas para imagem. N\u00e3o adianta o Governo se preocupar com popularidade e crescimentos a curto prazo, pois, o pre\u00e7o a se pagar pelos erros dos \u00faltimos anos ser\u00e1 muito sacrif\u00edcio. Redu\u00e7\u00e3o da desonera\u00e7\u00e3o da Folha de Pagamento, que logo em seguida foi devolvida pelo Presidente do Congresso<\/p>\n<p><strong>Posi\u00e7\u00e3o para os empres\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Chegamos em um momento em que o empres\u00e1rio tem que manter a serenidade, nada adiantar\u00e1 entrar em desespero ou cometer atos impensados. Estamos atravessando uma crise, mas, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grave, o problema ser\u00e1 a estagna\u00e7\u00e3o. N\u00f3s estamos passando por um per\u00edodo de prova\u00e7\u00e3o, com duros golpes na corrup\u00e7\u00e3o e isso pode ter fortes reflexos no futuro. Acredito assim que teremos um 2016 melhor, com crescimento. Podemos at\u00e9 mesmo sair desse per\u00edodo como um pa\u00eds melhor, com institui\u00e7\u00f5es fortalecidas e que funcionam. A economia vive per\u00edodos de altas e baixas, mas \u00e9 importante que o pa\u00eds n\u00e3o est\u00e1 saindo do trilho, buscando as corre\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para o momento. Para o empresariado \u00e9 importante tamb\u00e9m aumentar sua participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Contudo, n\u00e3o adianta pensar em impeachment, que n\u00e3o nos levar\u00e1 a lugar nenhum, tem que buscar resolver dentro do que estamos vivendo, e refletir melhor sobre nossa atua\u00e7\u00e3o nas pr\u00f3ximas elei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Limites do D\u00f3lar<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o adianta o Governo tentar frear a alta do d\u00f3lar com a\u00e7\u00f5es direto na moeda, o caminho \u00e9 assegurar a tomada de medidas corretas e aguardo que isso reflita na estabiliza\u00e7\u00e3o da moeda. A tend\u00eancia de alta depende de v\u00e1rias quest\u00f5es dentre as quais a pol\u00edtica, sendo que o valor da moeda flutua com not\u00edcias ruins. Assim, em fun\u00e7\u00e3o do momento que passamos a moeda americana ir\u00e1 flutuar fortemente, n\u00e3o tendo teto a esta altura. Podendo ir at\u00e9 mesmo a mais de R$3,10. Mas isso n\u00e3o \u00e9 o mais prov\u00e1vel, segundo estudos acredito que ele se estabilize entre R$2,90 e R$3,00.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico<\/p>\n<p><strong>PIB positivo ou negativo?<\/strong><\/p>\n<p>Por mais que o Governo ainda afirme que o PIB deve terminar positivo, as proje\u00e7\u00f5es que temos feito apontam um valor negativo, em torno de -1,0%. Contudo, existem fatores que podem influenciar nesse valor, por exemplo, caso realmente ocorra racionamento esse n\u00famero pode cair para at\u00e9 -2,0%, da\u00ed efetivamente estaremos em uma recess\u00e3o. Contudo, para o pr\u00f3ximo ano as proje\u00e7\u00f5es s\u00e3o um pouco melhor com crescimento de 1,0% e 2,0%.<\/p>\n<p><strong>Necessidade de Ajuste Fiscal<\/strong><\/p>\n<p>Um dos maiores problemas que o pa\u00eds passa \u00e9 a necessidade urgente de um ajuste fiscal. Isto \u00e9, \u00e9 necess\u00e1rio que o Governo gaste menos, diminuindo em muito os valores atuais, al\u00e9m de aumentar a arrecada\u00e7\u00e3o. Ocorre que ocorreram abusos em benef\u00edcios fiscais, como \u00e9 o caso da desonera\u00e7\u00e3o, que al\u00e9m de n\u00e3o ter dado o resultado esperado de aquecimento da economia, tamb\u00e9m destruiu a arrecada\u00e7\u00e3o. Assim, \u00e9 necess\u00e1rio restaurar essas perdas, e isso n\u00e3o pode ocorrer sem aumento de impostos. Por mais, que se reduza os gastos, o que \u00e9 poss\u00edvel reduzir est\u00e1 em apenas em 10% dos valores totais, pois o restante j\u00e1 est\u00e1 comprometido. Por isso, \u00e9 hora que diminuir consideravelmente os investimentos, e manter a carga tribut\u00e1ria elevada, sen\u00e3o a conta n\u00e3o ir\u00e1 fechar.<\/p>\n<p><strong>Alta Carga Tribut\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o da carga tribut\u00e1ria \u00e9 uma na qual todos os envolvidos tem raz\u00e3o, o empres\u00e1rio principalmente, que tem raz\u00e3o de reclamar que ela \u00e9 muito alta, hoje para se ter ideia, cerca de 37% do valor de um produto \u00e9 referente a carga tribut\u00e1ria, contudo, n\u00e3o temos a maior carga tribut\u00e1ria do mundo. O problema \u00e9 como \u00e9 utilizado esse dinheiro. Al\u00e9m disso, possu\u00edmos uma carga muito complexa, o que penaliza em muito a competitividade de nossas empresas. Para se ter ideia, temos regras espec\u00edficas de ICMS para todos os estados brasileiros. Assim, o assunto \u00e9 muito mais complexo do que aparenta.<\/p>\n<p>Uma reforma tribut\u00e1ria teria que abranger toda a nossa federa\u00e7\u00e3o, alterando at\u00e9 mesmos quest\u00f5es referentes a autonomia dos estados. Nesse ponto nasce um complicador, como chegar em um acordo entre os estados . Esse assunto de partilha \u00e9 delicado. Al\u00e9m disso o tamanho do imposto \u00e9 proporcional \u00e0 fome do estado que gasta muito, principalmente para beneficiar alguns setores da economia.<\/p>\n<p>Hoje com a pol\u00edtica implantada pelo Governo toda empresa busca vantagens oferecias, como \u00e9 o caso de subs\u00eddios da BNDES. Para se ter ideia, ele \u00e9 um dos geradores de uma taxa de juros de quase 20% ao ano.<\/p>\n<p><strong>Endividamento da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 alto?<\/strong><\/p>\n<p>O crescimento dos \u00edndices de endividamento e inadimpl\u00eancia \u00e9 normal quando a atividade econ\u00f4mica enfraquece, mas o que estamos observando \u00e9 que n\u00e3o \u00e9 nada muito forte. E esse endividamento baixo da popula\u00e7\u00e3o se deve principalmente ao fato dos bancos serem conservadores, oferecendo cr\u00e9dito em condi\u00e7\u00f5es pouco convidativas de juros altos. Temos que observar que vivemos um per\u00edodo de estagna\u00e7\u00e3o da economia, mas mesmo assim ainda n\u00e3o enfrentamos uma crise para inadimpl\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Por que acreditar no Brasil?<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de tudo que estamos passando o Brasil \u00e9 um pa\u00eds com um dom maior, com \u00f3timos dados demogr\u00e1ficos\u00a0 e com um mercado ainda grande a ser explorado por causa de nossa popula\u00e7\u00e3o. Mesmo com a sequ\u00eancia de erros que foram cometidas estamos com uma economia muito mais saud\u00e1vel do que a 20 anos atr\u00e1s. Se considerarmos o mundo iremos observar que temos pa\u00edses igual ao Brasil com problemas muitos mais s\u00e9rios tanto democraticamente falando como em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia. Assim, temos que acreditar no Brasil, ver que ainda somos muito atraentes, mas que existem necessidade de corre\u00e7\u00f5es e muitas.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] Em entrevista para Gest\u00e3o in Foco, Gustavo Loyola, economista do ano de 2014, apresenta a real situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds e caminhos econ\u00f4micos e para o empresariado. O momento \u00e9 de preocupa\u00e7\u00e3o generalizada no Mercado com um horizonte cheio de incertezas que afeta principalmente os empres\u00e1rios, que querem saber sobre perspectivas e caminhos a serem tomadas. Frente a tudo isso, a postura de um dos maiores economistas brasileiros Gustavo Loyola \u00e9 que n\u00e3o deve haver desespero. Ele falou com exclusividade com a Gest\u00e3o in Foco sobre o futuro do pa\u00eds e para ele, apesar dos frequentes erros, ainda \u00e9 poss\u00edvel acreditar no pa\u00eds. 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O segundo ponto \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, pois o Governo ter\u00e1 que ter uma forte articula\u00e7\u00e3o no Congresso Nacional, principalmente com o PMDB e outros partidos da base aliada, pois a rela\u00e7\u00e3o nunca foi t\u00e3o fr\u00e1gil. Al\u00e9m disso, existe a Opera\u00e7\u00e3o Lava \u00e0 Jato, que enfraquece ainda mais a situa\u00e7\u00e3o, com sua perspectiva de grande estrago no Governo e no Congresso. Por sinal essa crise da Petrobr\u00e1s tamb\u00e9m tem repercuss\u00e3o na economia como um todo e principalmente nos investimentos, sendo que cerca de 10% de todo investimento nacional adv\u00eam da Petrobr\u00e1s. Assim todo o nosso investimento em infraestrutura tamb\u00e9m \u00e9 prejudicado. Ministro da Fazenda Joaquim Levy O atual ministro da Fazenda Joaquim Levy enfrenta efetivamente dois problemas. O primeiro \u00e9 o grau de apoio que ele ter\u00e1 dentro do Poder Executivo e no Congresso. Dentro do Executivo o apoio total \u00e9 muito prov\u00e1vel, pois s\u00e3o muitos os incentivos que fazem com que a presidente Dilma Rousseff de carta branca, pois ela sabe o risco fiscal e econ\u00f4mico que o pa\u00eds est\u00e1 correndo, e que s\u00e3o poucas as alternativas. J\u00e1 no Congresso a coisa \u00e9 um pouco mais complicada, principalmente com a Opera\u00e7\u00e3o Lava R\u00e1pido e outras den\u00fancias que est\u00e3o criando instabilidade pol\u00edtica. Contudo, a esperan\u00e7a \u00e9 que estamos atravessando uma crise, e em situa\u00e7\u00f5es extremas normalmente o Congresso se alinha para apoiar medidas duras e necess\u00e1rias. O segundo problema que ele enfrentar\u00e1 \u00e9 que as medidas que est\u00e3o sendo tomadas, por mais que j\u00e1 sejam pesadas, s\u00e3o claramente insuficientes para atender \u00e0 meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio, que \u00e9 de a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; soma das riquezas produzidas no pa\u00eds), e isso se deve ao fato de que os dados relativos \u00e0 2014 j\u00e1 foram pior do que o necess\u00e1rio e tamb\u00e9m por que no come\u00e7o desse anos os dados j\u00e1 mostram que a arrecada\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante ruim. Assim se torna necess\u00e1rio que se consiga de R$50 \u00e0 R$60 bilh\u00f5es para ajuste. Assim, o Joaquim Levy necessita tirar um \u2018coelho da cartola\u2019, tendo que buscar novas medidas de economia e para aumentar a arrecada\u00e7\u00e3o, sendo necess\u00e1rio abrir uma nova agenda de a\u00e7\u00f5es que n\u00e3o ser\u00e3o positivas para imagem. N\u00e3o adianta o Governo se preocupar com popularidade e crescimentos a curto prazo, pois, o pre\u00e7o a se pagar pelos erros dos \u00faltimos anos ser\u00e1 muito sacrif\u00edcio. Redu\u00e7\u00e3o da desonera\u00e7\u00e3o da Folha de Pagamento, que logo em seguida foi devolvida pelo Presidente do Congresso Posi\u00e7\u00e3o para os empres\u00e1rios Chegamos em um momento em que o empres\u00e1rio tem que manter a serenidade, nada adiantar\u00e1 entrar em desespero ou cometer atos impensados. Estamos atravessando uma crise, mas, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grave, o problema ser\u00e1 a estagna\u00e7\u00e3o. N\u00f3s estamos passando por um per\u00edodo de prova\u00e7\u00e3o, com duros golpes na corrup\u00e7\u00e3o e isso pode ter fortes reflexos no futuro. Acredito assim que teremos um 2016 melhor, com crescimento. Podemos at\u00e9 mesmo sair desse per\u00edodo como um pa\u00eds melhor, com institui\u00e7\u00f5es fortalecidas e que funcionam. 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Por mais que tenham colocado como ministro da Fazenda o Joaquim Levy, que possui mais caracter\u00edstica de mercado, parece que essa mudan\u00e7a n\u00e3o ser\u00e1 na amplitude que deveria, principalmente quando observamos que a Presidente Dilma est\u00e1 mais preocupada em colocar a culpa nos outros do que assumir os pr\u00f3prios erros. O segundo ponto \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, pois o Governo ter\u00e1 que ter uma forte articula\u00e7\u00e3o no Congresso Nacional, principalmente com o PMDB e outros partidos da base aliada, pois a rela\u00e7\u00e3o nunca foi t\u00e3o fr\u00e1gil. Al\u00e9m disso, existe a Opera\u00e7\u00e3o Lava \u00e0 Jato, que enfraquece ainda mais a situa\u00e7\u00e3o, com sua perspectiva de grande estrago no Governo e no Congresso. Por sinal essa crise da Petrobr\u00e1s tamb\u00e9m tem repercuss\u00e3o na economia como um todo e principalmente nos investimentos, sendo que cerca de 10% de todo investimento nacional adv\u00eam da Petrobr\u00e1s. Assim todo o nosso investimento em infraestrutura tamb\u00e9m \u00e9 prejudicado. Ministro da Fazenda Joaquim Levy O atual ministro da Fazenda Joaquim Levy enfrenta efetivamente dois problemas. O primeiro \u00e9 o grau de apoio que ele ter\u00e1 dentro do Poder Executivo e no Congresso. Dentro do Executivo o apoio total \u00e9 muito prov\u00e1vel, pois s\u00e3o muitos os incentivos que fazem com que a presidente Dilma Rousseff de carta branca, pois ela sabe o risco fiscal e econ\u00f4mico que o pa\u00eds est\u00e1 correndo, e que s\u00e3o poucas as alternativas. J\u00e1 no Congresso a coisa \u00e9 um pouco mais complicada, principalmente com a Opera\u00e7\u00e3o Lava R\u00e1pido e outras den\u00fancias que est\u00e3o criando instabilidade pol\u00edtica. Contudo, a esperan\u00e7a \u00e9 que estamos atravessando uma crise, e em situa\u00e7\u00f5es extremas normalmente o Congresso se alinha para apoiar medidas duras e necess\u00e1rias. O segundo problema que ele enfrentar\u00e1 \u00e9 que as medidas que est\u00e3o sendo tomadas, por mais que j\u00e1 sejam pesadas, s\u00e3o claramente insuficientes para atender \u00e0 meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio, que \u00e9 de a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; soma das riquezas produzidas no pa\u00eds), e isso se deve ao fato de que os dados relativos \u00e0 2014 j\u00e1 foram pior do que o necess\u00e1rio e tamb\u00e9m por que no come\u00e7o desse anos os dados j\u00e1 mostram que a arrecada\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante ruim. Assim se torna necess\u00e1rio que se consiga de R$50 \u00e0 R$60 bilh\u00f5es para ajuste. Assim, o Joaquim Levy necessita tirar um \u2018coelho da cartola\u2019, tendo que buscar novas medidas de economia e para aumentar a arrecada\u00e7\u00e3o, sendo necess\u00e1rio abrir uma nova agenda de a\u00e7\u00f5es que n\u00e3o ser\u00e3o positivas para imagem. N\u00e3o adianta o Governo se preocupar com popularidade e crescimentos a curto prazo, pois, o pre\u00e7o a se pagar pelos erros dos \u00faltimos anos ser\u00e1 muito sacrif\u00edcio. Redu\u00e7\u00e3o da desonera\u00e7\u00e3o da Folha de Pagamento, que logo em seguida foi devolvida pelo Presidente do Congresso Posi\u00e7\u00e3o para os empres\u00e1rios Chegamos em um momento em que o empres\u00e1rio tem que manter a serenidade, nada adiantar\u00e1 entrar em desespero ou cometer atos impensados. Estamos atravessando uma crise, mas, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grave, o problema ser\u00e1 a estagna\u00e7\u00e3o. N\u00f3s estamos passando por um per\u00edodo de prova\u00e7\u00e3o, com duros golpes na corrup\u00e7\u00e3o e isso pode ter fortes reflexos no futuro. Acredito assim que teremos um 2016 melhor, com crescimento. Podemos at\u00e9 mesmo sair desse per\u00edodo como um pa\u00eds melhor, com institui\u00e7\u00f5es fortalecidas e que funcionam. 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