{"id":29275,"date":"2026-03-31T18:49:25","date_gmt":"2026-03-31T21:49:25","guid":{"rendered":"https:\/\/confirp.com.br\/?p=29275"},"modified":"2026-03-31T18:49:25","modified_gmt":"2026-03-31T21:49:25","slug":"quando-a-marca-sai-do-controle-riscos-prevencoes-redes-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/confirp.com.br\/en\/quando-a-marca-sai-do-controle-riscos-prevencoes-redes-sociais\/","title":{"rendered":"Quando a marca sai do controle: riscos e preven\u00e7\u00f5es na era das redes sociais"},"content":{"rendered":"<div class=\"header-single\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row justify-content-center\">\n<div class=\"col-md-5 align-self-center\">\n<h1 class=\"titulo-h1 mt-4\"><\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row mt-5\">\n<div class=\"col-md-8 conteudo-post\">\n<p>Em tempos de redes sociais hiperconectadas, a marca de uma empresa deixou de ser apenas um ativo visual ou jur\u00eddico \u2014 tornou-se um elemento altamente exposto e vulner\u00e1vel. Publica\u00e7\u00f5es impensadas de colaboradores e representantes, v\u00eddeos virais, conte\u00fados pol\u00eamicos, m\u00fasicas e men\u00e7\u00f5es n\u00e3o autorizadas podem transformar a imagem de uma organiza\u00e7\u00e3o de um dia para o outro.<\/p>\n<p>Casos como o do rapper Major RD, com o uso n\u00e3o autorizado do nome do Nubank em uma can\u00e7\u00e3o, evidenciam que a reputa\u00e7\u00e3o de uma empresa pode ser afetada at\u00e9 por terceiros que n\u00e3o tenham qualquer v\u00ednculo formal com a empresa. Afinal, onde termina o direito \u00e0 liberdade de express\u00e3o do indiv\u00edduo e come\u00e7a a responsabilidade pela prote\u00e7\u00e3o de uma marca ou da imagem de uma empresa?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>\u201cO colaborador pode ser um marketeiro construtivo ou destrutivo\u201d<\/strong><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.bicudo.com.br\/empresa.php\">Para\u00a0<strong>Rosa Maria Sborgia<\/strong>, s\u00f3cia da Bicudo &amp; Sborgia Propriedade Intelectual,\u00a0<\/a>\u00e9 preciso que a empresa trate sua imagem com o mesmo zelo que dedica ao produto ou servi\u00e7o que oferece:<\/p>\n<p>\u201cQualquer coloca\u00e7\u00e3o inadequada, feita por algu\u00e9m com v\u00ednculo interno ou externo, pode colocar a marca sob risco. O colaborador, prestador de servi\u00e7o e at\u00e9 um influenciador associado podem atuar como marketeiros construtivos ou destrutivos. E a empresa precisa estar preparada para ambos os cen\u00e1rios\u201d, alerta Sborgia.<\/p>\n<p>Segundo ela, a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, o C\u00f3digo Civil e a Lei de Propriedade Industrial s\u00e3o as principais bases legais que amparam a marca e a imagem institucional. \u201cA marca deve ser registrada pela empresa para estar protegida, seja de reprodu\u00e7\u00e3o indevida por concorrentes, como tamb\u00e9m do uso inadequado em qualquer apresenta\u00e7\u00e3o que gere o risco de ser afetada negativamente, ou seja, ter a sua imagem manchada\u201d.<\/p>\n<p>Entretanto, a empresa, independente do seu porte, deve adotar outras a\u00e7\u00f5es internas perante os seus colaboradores, prestadores de servi\u00e7os e pessoas que interagem na sua atividade di\u00e1ria, mediante regulamentos, termos de uso, pol\u00edtica de privacidade, definindo \u201cregras de confidencialidade, uso de marca e imagem da companhia, procedimentos disciplinares\u201d, visando proteger-se do uso inadequado da sua marca ou imagem, o que ter\u00e1 consequ\u00eancias legais, incluindo repara\u00e7\u00f5es morais e materiais em favor da empresa ou da pessoa prejudicada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Do uniforme \u00e0 opini\u00e3o: onde mora o risco jur\u00eddico<\/strong><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com o crescimento da atua\u00e7\u00e3o empresarial nas redes sociais, a exposi\u00e7\u00e3o indevida da marca por colaboradores, parceiros ou representantes comerciais passou a demandar aten\u00e7\u00e3o redobrada das empresas no que se refere \u00e0 gest\u00e3o de riscos trabalhistas e reputacionais<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00f5es como o uso do uniforme ou logotipo da empresa em postagens ofensivas, a divulga\u00e7\u00e3o de bastidores contratuais ou o compartilhamento de conte\u00fado inapropriado que vincule a imagem institucional da organiza\u00e7\u00e3o podem configurar infra\u00e7\u00f5es pass\u00edveis de san\u00e7\u00f5es trabalhistas, c\u00edveis e at\u00e9 a\u00e7\u00f5es de responsabiliza\u00e7\u00e3o por danos morais<\/p>\n<p>Para\u00a0<a href=\"https:\/\/grupoalliance.com.br\/\">o advogado Mourival Boaventura Ribeiro, s\u00f3cio do Boaventura Ribeiro Advogados,<\/a>\u00a0a preven\u00e7\u00e3o eficaz exige atua\u00e7\u00e3o integrada dos departamentos jur\u00eddico e de recursos humanos, com destaque para:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u2022 Implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas internas formais sobre uso da marca e conduta digital;<\/p>\n<p>\u2022 Treinamentos regulares e campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre limites de exposi\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>\u2022 Cl\u00e1usulas contratuais espec\u00edficas para terceiros e representantes comerciais;<\/p>\n<p>\u2022 Ado\u00e7\u00e3o de termos de ci\u00eancia e responsabilidade, com previs\u00e3o expressa de penalidades graduadas.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"col-md-8 conteudo-post\">\n<p>Ribeiro destaca que em casos de maior gravidade a justa causa pode ser aplicada, desde que respeitados os princ\u00edpios da proporcionalidade e do contradit\u00f3rio, sobretudo quando h\u00e1 viola\u00e7\u00e3o \u00e0 honra da empresa, quebra de sigilo ou ataques \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, tanto a empresa quanto o colaborador podem ser alvos de a\u00e7\u00f5es indenizat\u00f3rias em decorr\u00eancia de publica\u00e7\u00f5es lesivas a terceiros<\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o preventiva \u00e9 o principal instrumento para mitigar passivos e preservar a integridade da imagem empresarial. Em um ambiente digital de r\u00e1pida dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, prevenir n\u00e3o \u00e9 apenas proteger \u2013 \u00e9 preservar valor, confian\u00e7a e seguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Representantes comerciais e a linha t\u00eanue da independ\u00eancia<\/strong><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando o envolvido n\u00e3o \u00e9 um empregado CLT, mas um representante comercial ou parceiro\/prestador de servi\u00e7os, os cuidados precisam ser redobrados. A rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica muda, mas o impacto \u00e0 imagem da empresa \u00e9 o mesmo \u2014 ou pior.<\/p>\n<p>\u201cAinda que o v\u00ednculo seja comercial, a empresa deve formalizar contratos com cl\u00e1usulas espec\u00edficas de confidencialidade, uso de marca e responsabilidades por exposi\u00e7\u00e3o indevida. As obriga\u00e7\u00f5es devem estar claras para todos que, de alguma forma, representem a companhia\u201d, explica Rosa Sborgia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Gest\u00e3o de crise e rea\u00e7\u00e3o r\u00e1pida: aprendendo com os casos p\u00fablicos<\/strong><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Casos como o do rapper Major RD, que usou a marca Nubank em uma m\u00fasica sem autoriza\u00e7\u00e3o e depois teve que remover a men\u00e7\u00e3o, mostram como at\u00e9 empresas com forte presen\u00e7a digital enfrentam esse tipo de exposi\u00e7\u00e3o inesperada. O caso refor\u00e7a a import\u00e2ncia de equipes preparadas para a gest\u00e3o de crises de imagem.<\/p>\n<p>\u201cCrises digitais s\u00e3o r\u00e1pidas. A resposta precisa ser ainda mais veloz. A empresa deve ter um plano de a\u00e7\u00e3o, incluindo canais de resposta, an\u00e1lises jur\u00eddicas e comunica\u00e7\u00e3o coordenada. N\u00e3o basta apagar o inc\u00eandio; \u00e9 preciso mostrar controle\u201d, pontua Ribeiro.<\/p>\n<p>E, como ressalta\u00a0<strong>Paulo Ucelli<\/strong>, s\u00f3cio da\u00a0<strong>Ponto Inicial Comunica\u00e7\u00e3o<\/strong>, a gest\u00e3o de crises de imagem n\u00e3o \u00e9 apenas uma rea\u00e7\u00e3o, mas uma preven\u00e7\u00e3o que deve ser planejada com anteced\u00eancia. Ele afirma que muitas empresas ainda falham em antecipar esses riscos, o que pode ter consequ\u00eancias severas:<\/p>\n<p>\u201cO brasileiro \u00e9 um povo acostumado a lidar com muitas crises, mas uma defici\u00eancia de grande parte das empresas \u00e9 ainda lidar com crises de imagem. Exemplos n\u00e3o faltam de empresas que perderam a m\u00e3o e n\u00e3o souberam agir r\u00e1pido diante dessa situa\u00e7\u00e3o. S\u00f3 para ficar nos mais famosos, tivemos a quest\u00e3o do assassinato de um consumidor por um seguran\u00e7a no Supermercado Carrefour e tamb\u00e9m o desastre de Brumadinho, que mancha at\u00e9 hoje a imagem da empresa Vale. O que faltou nesses casos? Estrat\u00e9gias e a\u00e7\u00e3o pr\u00e9via de prote\u00e7\u00e3o da imagem\u201d, diz Ucelli.<\/p>\n<p>Esse tipo de planejamento deve incluir a\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o coordenada, treinamento de porta-vozes e, especialmente, um Plano de A\u00e7\u00e3o de Crise que esteja pronto para ser implementado a qualquer momento. Isso inclui a cria\u00e7\u00e3o de canais de comunica\u00e7\u00e3o para responder rapidamente a qualquer crise de imagem, garantindo que a empresa tenha controle sobre a narrativa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>O que sua empresa pode (e deve) fazer agora<\/strong><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Boas pr\u00e1ticas recomendadas pelos especialistas:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Criar e divulgar pol\u00edticas internas claras<\/strong>\u00a0sobre uso da marca e redes sociais;<\/li>\n<li><strong>Treinar e conscientizar<\/strong>\u00a0colaboradores e parceiros sobre riscos e responsabilidades;<\/li>\n<li><strong>Formalizar contratos e regulamentos internos<\/strong>, com cl\u00e1usulas espec\u00edficas de imagem, marca e confidencialidade;<\/li>\n<li><strong>Implementar mecanismos de den\u00fancia<\/strong>\u00a0e atua\u00e7\u00e3o conjunta entre jur\u00eddico e RH;<\/li>\n<li><strong>Prever san\u00e7\u00f5es proporcionais<\/strong>, incluindo a possibilidade de justa causa;<\/li>\n<li><strong>Adotar cultura de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 imagem institucional<\/strong>, indo al\u00e9m do papel jur\u00eddico, incorporando \u00e0 estrat\u00e9gia de reputa\u00e7\u00e3o da empresa.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em uma era em que cada colaborador \u00e9 tamb\u00e9m uma potencial \u201cvoz digital\u201d, o cuidado com a marca deixou de ser uma exclusividade do departamento de marketing. Proteger a reputa\u00e7\u00e3o corporativa exige regras claras, a\u00e7\u00f5es preventivas, treinamentos e, sobretudo, consci\u00eancia coletiva.<\/p>\n<p>Ou, como resume Rosa Sborgia: \u201cA marca \u00e9 o cart\u00e3o de visita da empresa. Cabe \u00e0 lideran\u00e7a garantir que ela esteja sempre sendo entregue da forma certa \u2014 inclusive nas redes sociais.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Exemplos de casos p\u00fablicos de exposi\u00e7\u00e3o indevida de marca nas redes sociais<\/strong><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A gest\u00e3o de imagem corporativa nas redes sociais nunca foi t\u00e3o desafiadora. A seguir, alguns casos not\u00f3rios de marcas que enfrentaram crises devido ao uso inadequado de sua identidade ou men\u00e7\u00f5es indevidas por terceiros:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1. O Caso do Rapper Major RD e o Nubank<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2023, o rapper Major RD incluiu a marca Nubank em sua m\u00fasica sem autoriza\u00e7\u00e3o, com risco de exposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o autorizada, tendo sido notificado pela Institui\u00e7\u00e3o Banc\u00e1ria para absten\u00e7\u00e3o do respectivo uso, o que foi atendida pelo cantor. Este incidente gerou uma onda de discuss\u00f5es sobre a prote\u00e7\u00e3o da imagem de empresas, incluindo em m\u00eddias digitais e a necessidade de ter pol\u00edticas rigorosas de controle sobre o uso da marca por terceiros.<\/p>\n<p><strong>Li\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0empresas devem estar atentas ao uso indevido das suas marcas e da sua imagem, por pessoas externas e n\u00e3o apenas colaboradores, como influenciadores, artistas e at\u00e9 mesmo consumidores. A prote\u00e7\u00e3o da propriedade intelectual e a gest\u00e3o ativa de crises s\u00e3o essenciais para mitigar os riscos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2. O caso do Facebook e o caso do influenciador \u201cFalsificado\u201d<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2022, um influenciador digital foi processado por uma marca de roupas ap\u00f3s fazer uma postagem alegando que a empresa havia o contratado, quando na realidade ele havia apenas feito uma compra. A postagem gerou confus\u00e3o entre os seguidores e afetou a percep\u00e7\u00e3o da marca.<\/p>\n<p><strong>Li\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0empresas precisam garantir que influenciadores ou parceiros tenham orienta\u00e7\u00f5es claras sobre como se associar \u00e0 sua marca, evitando qualquer tipo de \u201cfalsa representa\u00e7\u00e3o\u201d que possa afetar a reputa\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, as pessoas em geral precisam ter conhecimento que exposi\u00e7\u00f5es, coment\u00e1rios e acusa\u00e7\u00f5es inver\u00eddicas provocam preju\u00edzos a terceiros, incluindo a marcas e a imagens de empresas, refletindo em repara\u00e7\u00e3o em favor da parte prejudicada. Portanto, coment\u00e1rios ou acusa\u00e7\u00f5es inver\u00eddicas geram responsabilidade objetiva a quem as realizou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>3. O caso do \u201cGrito de Guerra\u201d da Coca-Cola no Twitter<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2021, um colaborador da Coca-Cola, que utilizava o uniforme da empresa, fez uma postagem agressiva sobre um concorrente, causando impacto nas redes sociais. Embora a postagem tenha sido rapidamente apagada, a marca precisou lidar com uma crise de imagem devido \u00e0 associa\u00e7\u00e3o do colaborador com a companhia.<\/p>\n<p><strong>Li\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0ter regras claras sobre o comportamento online e presencial de colaboradores \u00e9 fundamental para evitar associa\u00e7\u00f5es err\u00f4neas e danos reputacionais que possam provocar a\u00e7\u00f5es reparat\u00f3rias.<\/p>\n<p>Esses exemplos refor\u00e7am a import\u00e2ncia de ter uma pol\u00edtica interna de uso de marca e da imagem empresarial bem definida, especialmente em um ambiente digital onde qualquer post pode rapidamente se espalhar e gerar uma rea\u00e7\u00e3o em cadeia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em tempos de redes sociais hiperconectadas, a marca de uma empresa deixou de ser apenas um ativo visual ou jur\u00eddico \u2014 tornou-se um elemento altamente exposto e vulner\u00e1vel. Publica\u00e7\u00f5es impensadas de colaboradores e representantes, v\u00eddeos virais, conte\u00fados pol\u00eamicos, m\u00fasicas e men\u00e7\u00f5es n\u00e3o autorizadas podem transformar a imagem de uma organiza\u00e7\u00e3o de um dia para o outro. Casos como o do rapper Major RD, com o uso n\u00e3o autorizado do nome do Nubank em uma can\u00e7\u00e3o, evidenciam que a reputa\u00e7\u00e3o de uma empresa pode ser afetada at\u00e9 por terceiros que n\u00e3o tenham qualquer v\u00ednculo formal com a empresa. Afinal, onde termina o direito \u00e0 liberdade de express\u00e3o do indiv\u00edduo e come\u00e7a a responsabilidade pela prote\u00e7\u00e3o de uma marca ou da imagem de uma empresa? &nbsp; \u201cO colaborador pode ser um marketeiro construtivo ou destrutivo\u201d &nbsp; Para\u00a0Rosa Maria Sborgia, s\u00f3cia da Bicudo &amp; Sborgia Propriedade Intelectual,\u00a0\u00e9 preciso que a empresa trate sua imagem com o mesmo zelo que dedica ao produto ou servi\u00e7o que oferece: \u201cQualquer coloca\u00e7\u00e3o inadequada, feita por algu\u00e9m com v\u00ednculo interno ou externo, pode colocar a marca sob risco. O colaborador, prestador de servi\u00e7o e at\u00e9 um influenciador associado podem atuar como marketeiros construtivos ou destrutivos. E a empresa precisa estar preparada para ambos os cen\u00e1rios\u201d, alerta Sborgia. Segundo ela, a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, o C\u00f3digo Civil e a Lei de Propriedade Industrial s\u00e3o as principais bases legais que amparam a marca e a imagem institucional. \u201cA marca deve ser registrada pela empresa para estar protegida, seja de reprodu\u00e7\u00e3o indevida por concorrentes, como tamb\u00e9m do uso inadequado em qualquer apresenta\u00e7\u00e3o que gere o risco de ser afetada negativamente, ou seja, ter a sua imagem manchada\u201d. Entretanto, a empresa, independente do seu porte, deve adotar outras a\u00e7\u00f5es internas perante os seus colaboradores, prestadores de servi\u00e7os e pessoas que interagem na sua atividade di\u00e1ria, mediante regulamentos, termos de uso, pol\u00edtica de privacidade, definindo \u201cregras de confidencialidade, uso de marca e imagem da companhia, procedimentos disciplinares\u201d, visando proteger-se do uso inadequado da sua marca ou imagem, o que ter\u00e1 consequ\u00eancias legais, incluindo repara\u00e7\u00f5es morais e materiais em favor da empresa ou da pessoa prejudicada. &nbsp; Do uniforme \u00e0 opini\u00e3o: onde mora o risco jur\u00eddico &nbsp; Com o crescimento da atua\u00e7\u00e3o empresarial nas redes sociais, a exposi\u00e7\u00e3o indevida da marca por colaboradores, parceiros ou representantes comerciais passou a demandar aten\u00e7\u00e3o redobrada das empresas no que se refere \u00e0 gest\u00e3o de riscos trabalhistas e reputacionais Situa\u00e7\u00f5es como o uso do uniforme ou logotipo da empresa em postagens ofensivas, a divulga\u00e7\u00e3o de bastidores contratuais ou o compartilhamento de conte\u00fado inapropriado que vincule a imagem institucional da organiza\u00e7\u00e3o podem configurar infra\u00e7\u00f5es pass\u00edveis de san\u00e7\u00f5es trabalhistas, c\u00edveis e at\u00e9 a\u00e7\u00f5es de responsabiliza\u00e7\u00e3o por danos morais Para\u00a0o advogado Mourival Boaventura Ribeiro, s\u00f3cio do Boaventura Ribeiro Advogados,\u00a0a preven\u00e7\u00e3o eficaz exige atua\u00e7\u00e3o integrada dos departamentos jur\u00eddico e de recursos humanos, com destaque para: &nbsp; \u2022 Implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas internas formais sobre uso da marca e conduta digital; \u2022 Treinamentos regulares e campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre limites de exposi\u00e7\u00e3o; \u2022 Cl\u00e1usulas contratuais espec\u00edficas para terceiros e representantes comerciais; \u2022 Ado\u00e7\u00e3o de termos de ci\u00eancia e responsabilidade, com previs\u00e3o expressa de penalidades graduadas. &nbsp; Ribeiro destaca que em casos de maior gravidade a justa causa pode ser aplicada, desde que respeitados os princ\u00edpios da proporcionalidade e do contradit\u00f3rio, sobretudo quando h\u00e1 viola\u00e7\u00e3o \u00e0 honra da empresa, quebra de sigilo ou ataques \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, tanto a empresa quanto o colaborador podem ser alvos de a\u00e7\u00f5es indenizat\u00f3rias em decorr\u00eancia de publica\u00e7\u00f5es lesivas a terceiros A atua\u00e7\u00e3o preventiva \u00e9 o principal instrumento para mitigar passivos e preservar a integridade da imagem empresarial. Em um ambiente digital de r\u00e1pida dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, prevenir n\u00e3o \u00e9 apenas proteger \u2013 \u00e9 preservar valor, confian\u00e7a e seguran\u00e7a jur\u00eddica. &nbsp; Representantes comerciais e a linha t\u00eanue da independ\u00eancia &nbsp; Quando o envolvido n\u00e3o \u00e9 um empregado CLT, mas um representante comercial ou parceiro\/prestador de servi\u00e7os, os cuidados precisam ser redobrados. A rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica muda, mas o impacto \u00e0 imagem da empresa \u00e9 o mesmo \u2014 ou pior. \u201cAinda que o v\u00ednculo seja comercial, a empresa deve formalizar contratos com cl\u00e1usulas espec\u00edficas de confidencialidade, uso de marca e responsabilidades por exposi\u00e7\u00e3o indevida. As obriga\u00e7\u00f5es devem estar claras para todos que, de alguma forma, representem a companhia\u201d, explica Rosa Sborgia. &nbsp; Gest\u00e3o de crise e rea\u00e7\u00e3o r\u00e1pida: aprendendo com os casos p\u00fablicos &nbsp; Casos como o do rapper Major RD, que usou a marca Nubank em uma m\u00fasica sem autoriza\u00e7\u00e3o e depois teve que remover a men\u00e7\u00e3o, mostram como at\u00e9 empresas com forte presen\u00e7a digital enfrentam esse tipo de exposi\u00e7\u00e3o inesperada. O caso refor\u00e7a a import\u00e2ncia de equipes preparadas para a gest\u00e3o de crises de imagem. \u201cCrises digitais s\u00e3o r\u00e1pidas. A resposta precisa ser ainda mais veloz. A empresa deve ter um plano de a\u00e7\u00e3o, incluindo canais de resposta, an\u00e1lises jur\u00eddicas e comunica\u00e7\u00e3o coordenada. N\u00e3o basta apagar o inc\u00eandio; \u00e9 preciso mostrar controle\u201d, pontua Ribeiro. E, como ressalta\u00a0Paulo Ucelli, s\u00f3cio da\u00a0Ponto Inicial Comunica\u00e7\u00e3o, a gest\u00e3o de crises de imagem n\u00e3o \u00e9 apenas uma rea\u00e7\u00e3o, mas uma preven\u00e7\u00e3o que deve ser planejada com anteced\u00eancia. Ele afirma que muitas empresas ainda falham em antecipar esses riscos, o que pode ter consequ\u00eancias severas: \u201cO brasileiro \u00e9 um povo acostumado a lidar com muitas crises, mas uma defici\u00eancia de grande parte das empresas \u00e9 ainda lidar com crises de imagem. Exemplos n\u00e3o faltam de empresas que perderam a m\u00e3o e n\u00e3o souberam agir r\u00e1pido diante dessa situa\u00e7\u00e3o. S\u00f3 para ficar nos mais famosos, tivemos a quest\u00e3o do assassinato de um consumidor por um seguran\u00e7a no Supermercado Carrefour e tamb\u00e9m o desastre de Brumadinho, que mancha at\u00e9 hoje a imagem da empresa Vale. O que faltou nesses casos? Estrat\u00e9gias e a\u00e7\u00e3o pr\u00e9via de prote\u00e7\u00e3o da imagem\u201d, diz Ucelli. Esse tipo de planejamento deve incluir a\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o coordenada, treinamento de porta-vozes e, especialmente, um Plano de A\u00e7\u00e3o de Crise que esteja pronto para ser implementado a qualquer momento. 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