{"id":23893,"date":"2024-10-25T15:57:48","date_gmt":"2024-10-25T18:57:48","guid":{"rendered":"https:\/\/confirp.com.br\/?p=23893"},"modified":"2024-10-25T15:57:48","modified_gmt":"2024-10-25T18:57:48","slug":"regras-trasferencia-interestadual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/confirp.com.br\/en\/regras-trasferencia-interestadual\/","title":{"rendered":"Novas regras de transfer\u00eancia interestadual: impactos e desafios para as empresas"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">A confus\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a cobran\u00e7a de ICMS para a transfer\u00eancia interestadual de bens e mercadorias entre estabelecimentos da mesma empresa continua. A partir de 1\u00ba de novembro de 2024, novas regras entraram em vigor, conforme estabelecido pelo Conv\u00eanio ICMS n\u00ba 109\/2024. Contudo, apesar de aparentemente trazer clareza sobre o tema, ainda existem v\u00e1rios questionamentos sobre o tema.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Importante entender que, essa mudan\u00e7a, publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 7 de outubro de 2024, revoga o Conv\u00eanio ICMS n\u00ba 178\/2023 e promete causar impacto significativo na opera\u00e7\u00e3o das empresas que realizam tais transfer\u00eancias.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Uma das principais altera\u00e7\u00f5es \u00e9 a forma como o cr\u00e9dito de ICMS pode ser transferido entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O novo conv\u00eanio estabelece que a transfer\u00eancia do cr\u00e9dito de ICMS nas opera\u00e7\u00f5es interestaduais \u00e9 opcional, ao contr\u00e1rio do que ocorria anteriormente, onde a transfer\u00eancia era considerada obrigat\u00f3ria.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Contudo, surgiu uma grande novidade que poder\u00e1 levar muitas empesas ao judici\u00e1rio. Isso porque a o par\u00e1grafo \u00fanico da cl\u00e1usula segunda do citado conv\u00eanio determina que, na transfer\u00eancia interestadual, as unidades da federa\u00e7\u00e3o de origem s\u00e3o obrigadas a assegurar \u201capenas a diferen\u00e7a\u201d entre os cr\u00e9ditos das entradas e a al\u00edquota interestadual incidente na sa\u00edda em transfer\u00eancia. Ou seja, em uma al\u00edquota interna de 18% e uma sa\u00edda interestadual de 12%, o contribuinte s\u00f3 teria direito a 6%, caso ele opte por n\u00e3o transferir os cr\u00e9ditos de ICMS.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, o c\u00e1lculo do cr\u00e9dito a ser transferido mudou, considerando o valor m\u00e9dio da entrada das mercadorias, o custo de produ\u00e7\u00e3o, e, no caso de mercadorias n\u00e3o industrializadas, o custo de produ\u00e7\u00e3o correspondente. Essa abordagem pode oferecer maior flexibilidade para as empresas na gest\u00e3o de seus cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios.<\/span><\/p>\n<h2><b>Implica\u00e7\u00f5es das novas regras de transfer\u00eancia interestadual para as empresas\u00a0<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essas mudan\u00e7as trazem \u00e0 tona uma s\u00e9rie de desafios e oportunidades. A nova regra que permite a equipara\u00e7\u00e3o da transfer\u00eancia a uma opera\u00e7\u00e3o tributada pode facilitar a gest\u00e3o do ICMS, mas tamb\u00e9m gera incertezas. Muitas empresas ainda se sentem inseguras sobre a melhor forma de proceder, especialmente em um contexto onde as legisla\u00e7\u00f5es estaduais podem variar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Welinton Mota, diretor tribut\u00e1rio da Confirp Contabilidade, ressalta que, apesar de alguns esclarecimentos proporcionados pelo novo conv\u00eanio, a inseguran\u00e7a jur\u00eddica persiste.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEmbora o novo conv\u00eanio traga uma certa clareza, o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a inexist\u00eancia de fato gerador entre estabelecimentos da mesma empresa contrasta com a exig\u00eancia da lei complementar, que requer a transfer\u00eancia do cr\u00e9dito. Isso gera uma situa\u00e7\u00e3o complicada, onde as empresas ficam em um limbo jur\u00eddico\u201d, alerta o diretor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mota enfatiza que, para as empresas, \u00e9 fundamental se precaver diante das incertezas. Ele acredita que muitas organiza\u00e7\u00f5es v\u00e3o consideram a possibilidade de a\u00e7\u00f5es judiciais para proteger seus interesses. \u201cAs novas regras podem n\u00e3o ter for\u00e7a de lei local, mas atuam como uma diretriz a ser seguida pelos estados. Cada um deles ainda precisar\u00e1 regular a quest\u00e3o a partir de suas legisla\u00e7\u00f5es e decretos, o que s\u00f3 aumenta a confus\u00e3o\u201d, acrescenta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A complexidade das novas regras pode exigir que as empresas revisem suas pr\u00e1ticas cont\u00e1beis e de compliance. Al\u00e9m disso, as exig\u00eancias de registro e documenta\u00e7\u00e3o, como a necessidade de consignar a op\u00e7\u00e3o pela equipara\u00e7\u00e3o no Livro de Registro de Utiliza\u00e7\u00e3o de Documentos, imp\u00f5em um \u00f4nus adicional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ou seja, enquanto a regulamenta\u00e7\u00e3o busca oferecer maior clareza e flexibilidade, a realidade mostra um cen\u00e1rio de incertezas que pode complicar a vida de empres\u00e1rios e contadores. As empresas devem estar atentas, revisar suas pr\u00e1ticas e buscar assessoria jur\u00eddica para se adaptarem a essas novas exig\u00eancias de forma eficaz.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A confus\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a cobran\u00e7a de ICMS para a transfer\u00eancia interestadual de bens e mercadorias entre estabelecimentos da mesma empresa continua. A partir de 1\u00ba de novembro de 2024, novas regras entraram em vigor, conforme estabelecido pelo Conv\u00eanio ICMS n\u00ba 109\/2024. Contudo, apesar de aparentemente trazer clareza sobre o tema, ainda existem v\u00e1rios questionamentos sobre o tema.\u00a0 Importante entender que, essa mudan\u00e7a, publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 7 de outubro de 2024, revoga o Conv\u00eanio ICMS n\u00ba 178\/2023 e promete causar impacto significativo na opera\u00e7\u00e3o das empresas que realizam tais transfer\u00eancias. Uma das principais altera\u00e7\u00f5es \u00e9 a forma como o cr\u00e9dito de ICMS pode ser transferido entre as unidades da federa\u00e7\u00e3o.\u00a0 O novo conv\u00eanio estabelece que a transfer\u00eancia do cr\u00e9dito de ICMS nas opera\u00e7\u00f5es interestaduais \u00e9 opcional, ao contr\u00e1rio do que ocorria anteriormente, onde a transfer\u00eancia era considerada obrigat\u00f3ria.\u00a0 Contudo, surgiu uma grande novidade que poder\u00e1 levar muitas empesas ao judici\u00e1rio. Isso porque a o par\u00e1grafo \u00fanico da cl\u00e1usula segunda do citado conv\u00eanio determina que, na transfer\u00eancia interestadual, as unidades da federa\u00e7\u00e3o de origem s\u00e3o obrigadas a assegurar \u201capenas a diferen\u00e7a\u201d entre os cr\u00e9ditos das entradas e a al\u00edquota interestadual incidente na sa\u00edda em transfer\u00eancia. 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