NRF 2026: tecnologia redefine os rumos do varejo global

Reunindo grandes varejistas, fornecedores globais, startups e líderes de tecnologia, o evento mostrou que o futuro do varejo já está em curso.
Invasões em condomínios: riscos crescentes e soluções estratégicas para gestores e síndicos

Nos últimos anos, invasões em condomínios residenciais e comerciais têm se tornado alvos cada vez mais frequentes de quadrilhas especializadas.
SEO: os segredos e caminho para a primeira página do Google

Com cerca de 94% do tráfego da internet concentrado nesse buscador, garantir visibilidade nas buscas em SEO se torna crucial.
Do SEO ao SRO: como se tornar referência na era da busca inteligente

Hoje, não basta aparecer; é preciso ser referência no próprio setor e garantir relevância em múltiplos canais de busca — incluindo inteligência artificial e redes sociais.
Reforma Tributária na prática: como preparar sua empresa até 2026

Se para alguns a Reforma Tributária ainda parece um tema distante, para especialistas do setor contábil e jurídico o momento de agir é agora. A transição para o novo sistema, prevista para os próximos dois anos, exigirá das empresas brasileiras uma revisão completa de seus modelos de tributação, simulação de cenários e análise de impactos estratégicos. A Confirp Contabilidade, por exemplo, estruturou um Núcleo de Reforma Tributária dedicado a orientar seus clientes sobre mudanças práticas, desde treinamentos internos e eventos até a revisão de planejamentos financeiros. Além das mudanças estruturais, outras pautas fiscais ganham força: a tributação de lucros e dividendos, a MP 1.303 — que altera regras de investimentos financeiros — e ajustes relacionados à apuração de créditos e débitos do PIS, COFINS, ICMS, ISS e IPI. Para os empresários, o desafio é manter-se atualizado em meio a uma avalanche de alterações legislativas, evitando surpresas e prejuízos. “A Reforma impactará toda a estrutura da empresa. A adaptação da contabilidade é fundamental, mas não basta. O empresário precisa compreender as mudanças para tomar decisões estratégicas. Quem não começar a se preparar agora enfrentará sérios riscos de gestão e competitividade”, alertaRichard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade. O que muda com a Reforma Tributária A Reforma Tributária entra em vigor efetivamente em 2026, mas os impactos mais significativos só serão sentidos a partir de 2027. Um dos principais desafios será a convivência de dois regimes tributários até 2033, durante o período de transição. “Estamos diante de uma mudança estrutural, que rompe com mais de 60 anos de sistema tributário. Cada decisão tomada hoje terá impacto direto nos resultados de amanhã. O momento de se preparar é agora”, reforça Domingos. As alterações não se limitam apenas à forma de pagamento de tributos. Elas influenciam sistemas de gestão, processos internos, precificação, contratos e relações comerciais, exigindo um olhar estratégico que vá além da contabilidade. Três pilares da preparação empresarial Segundo Domingos, a preparação deve se concentrar em três frentes: Gestão Gerencial e Comercial, Rotinas Administrativas e Sistemas ERP. 1. Gestão Gerencial e Comercial: revisão estratégica Nesta frente, empresas precisarão repensar a formação de preços, análise de custos e planejamento tributário. Formação de preços e custos; Levantamento de estoques; Análise de mercado e concorrência; Planejamento tributário; Impactos no fluxo de caixa; Controle de despesas pessoais dos sócios. “As empresas vão ter de repensar como formam preços e custos. O split payment muda toda a lógica de gestão financeira, pois parte do que entra já será destinada automaticamente ao governo”, explica Domingos. Além disso, segundo Lucas Barducco, advogado da Machado Nunes Advogados, é fundamental simular diferentes cenários de carga tributária e fluxo de caixa: “O primeiro passo é mapear como a empresa é onerada hoje pelos tributos que serão substituídos e simular a nova carga tributária com CBS e IBS. Isso permite identificar oportunidades de crédito e riscos financeiros”, detalha Barducco. 2. Rotinas Administrativas: revisão de contratos e fornecedores A Reforma muda a lógica das relações comerciais e exige atenção para contratos, fornecedores e clientes: Gastos improdutivos e materiais de uso e consumo passam a gerar créditos tributários. Renegociação de contratos considerando a nova carga (IBS/CBS). Qualificação de fornecedores e clientes: crédito só é válido se o imposto for recolhido corretamente. Treinamento das equipes: comercial, compras, administrativo e faturamento precisam compreender a nova lógica tributária. “Não adianta olhar apenas para dentro da empresa. A relação comercial muda profundamente, pois o crédito só será válido se o fornecedor realmente recolher o imposto. É preciso revisar contratos, qualificar fornecedores e preparar equipes”, alerta Domingos. Barducco acrescenta que, do ponto de vista jurídico, é crucial garantir cláusulas contratuais que permitam repasse ou absorção de tributos sem gerar litígios futuros. “Contratos que hoje parecem adequados podem se tornar problemáticos sob a nova sistemática. A renegociação prévia é um passo estratégico para evitar conflitos”, afirma Barducco. 3. Sistemas ERP: ajustes estruturais Um dos primeiros impactos práticos será nos sistemas de gestão: Cadastro de produtos e serviços. Plano de contas contábil. Parametrização fiscal, faturamento, compras, custos e tesourariat. Integrações bancárias (CNAB, API) e obrigações acessórias. “Não se trata de uma atualização simples, mas de uma verdadeira reconstrução dos processos de faturamento e escrituração”, explica Domingos. Lições de reformas anteriores Especialistas reforçam que antecipação é sinônimo de vantagem competitiva. Empresas que simulam cenários antes da regulamentação ajustam preços e margens de forma mais eficiente. Mudanças tributárias raramente são lineares; ajustes normativos e interpretações divergentes surgirão naturalmente. Governança tributária ativa é essencial para reduzir riscos e aproveitar oportunidades. “Quem se antecipa tem tempo para testar modelos de precificação e capturar oportunidades enquanto concorrentes ainda reagem”, conclui Barducco. Compliance e eficiência tributária A Reforma abre espaço para melhorar a governança corporativa: Investimento em sistemas de gestão e governança tributária: visibilidade em tempo real sobre créditos e débitos. Alinhamento entre controles internos e estratégias de negociação externas: base da eficiência. Revisão de políticas de preços e cláusulas contratuais: para equilibrar competitividade e compliance. “A conformidade não é apenas uma obrigação, mas uma ferramenta para identificar eficiência e reduzir riscos”, explica Domingos. Preparação prática: o que as empresas podem fazer hoje Diagnóstico tributário completo: entender os tributos atuais e simular CBS e IBS. Revisão de contratos: fornecedores e clientes precisam estar alinhados à nova lógica de créditos. Treinamento de equipes: contábil, fiscal, comercial e administrativo. Ajuste de sistemas ERP: parametrizações, integrações e plano de contas. Simulação de cenários financeiros: base, otimista e pessimista. Governança tributária contínua: acompanhamento de regulamentações e jurisprudência. Perspectiva de médio e longo prazo Empresas que se anteciparem terão vantagem competitiva clara. A adaptação antecipada permite: Ajustes de precificação mais eficazes. Minimização de impactos financeiros e operacionais. Maior capacidade de negociação com fornecedores e clientes. Preparação para cenários de interpretação divergente da legislação. “A antecipação proporciona tempo para alinhar processos internos, treinar equipes e testar estratégias comerciais antes que o mercado inteiro sinta os efeitos da Reforma”, reforça Barducco. A Reforma Tributária brasileira não é apenas uma atualização legislativa, mas uma transformação estrutural que impactará profundamente como as empresas operam, planejam
Obesidade nas empresas: um desafio estratégico para saúde e produtividade

A obesidade deixou de ser apenas uma preocupação de saúde pública para se tornar uma questão estratégica dentro das organizações. Funcionários obesos têm maior risco de desenvolver doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares, além de sofrerem impactos hormonais que podem afetar sua performance física e cognitiva. O resultado é um aumento nos afastamentos, queda na produtividade e, consequentemente, impacto direto nos resultados financeiros das empresas. Segundo dados da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), 19,8% da população brasileira sofre de obesidade, e esse número tende a crescer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) projeta que, em 2025, 2,3 bilhões de adultos no mundo estarão acima do peso, sendo 700 milhões obesos. O desafio, portanto, não é apenas individual, mas coletivo, e exige estratégias empresariais inteligentes. “Além de representar desafios sociais e ambientais significativos, a obesidade está associada a uma infinidade de resultados adversos à saúde, incluindo doenças cardiovasculares, apneia do sono, osteoartrite, aumento do risco de certos tipos de câncer e, nos homens, níveis reduzidos de testosterona”, alerta o nutrólogo e endocrinologista Dr. Ronan Araújo. Alimentação corporativa: o papel estratégico das empresas A alimentação oferecida no ambiente corporativo é um instrumento direto de prevenção e combate à obesidade. Marcos Oliveira, especialista ligado à Cilien Alimentação, explica que cardápios balanceados, pensados de acordo com o perfil do colaborador e o gasto calórico das atividades desempenhadas, são essenciais. “O sobrepeso já atinge 75% da população no Ocidente. Quando a empresa oferece refeições profissionais, personalizadas e equilibradas, está contribuindo diretamente para a saúde do colaborador e, consequentemente, para o desempenho e a competitividade do negócio”, diz Oliveira. No entanto, a implementação de programas alimentares enfrenta barreiras culturais e econômicas. Muitas empresas ainda não reconhecem a alimentação como fator de produtividade, enxergando a saúde como responsabilidade individual do colaborador. “Metade da vida ativa de um funcionário ocorre no ambiente corporativo. Ignorar isso é perder uma oportunidade de impacto real na performance e na lucratividade”, completa Oliveira. Engajamento dos colaboradores e mudança de hábitos A adesão dos funcionários a mudanças no cardápio é outro desafio. A chave, segundo Oliveira, está na educação e conscientização contínua. “Quando o colaborador entende que se alimentar bem não é apenas sobre dieta, mas sobre qualidade de vida, saúde e longevidade, ele adere facilmente a cardápios saudáveis e variados”, explica. Além da refeição, outras iniciativas consolidam a cultura de saúde nas empresas: Programas de incentivo à atividade física, como ginástica laboral, caminhadas ou uso de academias corporativas; Campanhas de conscientização nutricional, com palestras, workshops e materiais informativos; Ações de combate ao bullying e preconceito relacionado ao peso, promovendo um ambiente inclusivo e respeitoso; Momentos de lazer e descanso, que ajudam a reduzir o estresse e melhoram a produtividade. ROI da alimentação saudável Investir na alimentação dos colaboradores não é custo, mas investimento estratégico. Oliveira detalha que o retorno sobre investimento (ROI) pode ser mensurado por meio de indicadores como: Redução de afastamentos e licenças médicas; Diminuição de gastos com convênios, medicamentos e tratamentos médicos; Melhoria na produtividade e desempenho diário. “O valor gasto com boa alimentação é sempre inferior ao custo gerado pelo tempo de ausência ou baixa performance. Empresas que investem em alimentação saudável obtêm retornos exponenciais, reduzindo o custo do homem-hora e ainda podem se beneficiar de incentivos fiscais”, afirma. Impactos hormonais da obesidade A obesidade não afeta apenas o peso corporal: ela tem impactos metabólicos e hormonais que influenciam diretamente a performance dos colaboradores. Nos homens, por exemplo, a gordura visceral reduz os níveis de testosterona, hormônio fundamental para resistência física, massa muscular, libido e disposição. “A gordura visceral aumenta a conversão de testosterona em estradiol, criando desequilíbrios hormonais. Isso afeta tanto a vida pessoal quanto o desempenho profissional, gerando fadiga, desmotivação e menor capacidade física e cognitiva”, explica Dr. Ronan Araújo. O especialista reforça que o tratamento da obesidade deve ser multidisciplinar, combinando dieta adequada, prática regular de exercícios e, quando indicado, medicação ou reposição hormonal. “A terapia hormonal com testosterona, por exemplo, regula o metabolismo, melhora a função erétil, aumenta o vigor e a disposição para atividades físicas. Tudo isso precisa ser acompanhado por profissionais qualificados para garantir resultados seguros e eficazes”, finaliza. Empresas saudáveis são mais competitivas A obesidade nas empresas não é apenas um desafio de saúde; é um tema estratégico de gestão. Políticas corporativas que promovam alimentação equilibrada, educação nutricional, atividade física regular e combate ao preconceito transformam o ambiente de trabalho. Organizações que investem em saúde criam equipes mais motivadas, engajadas e produtivas, refletindo diretamente em resultados financeiros. Para gestores e empresários, o recado é claro: promover a saúde corporativa é investir em competitividade e sustentabilidade do negócio.
Desafios e tendências do recrutamento e seleção

Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e dinâmico, atrair e reter talentos tornou-se um dos maiores desafios para empresários e gestores.
O risco do uso irregular da Inteligência Artificial: uma ameaça ao direito autoral

É importante frisar que a utilização de Inteligência Artificial para criar ou reproduzir conteúdos não exime as empresas usuárias da responsabilidade legal sobre os direitos autorais das obras utilizadas.
Inteligência Artificial e propriedade intelectual: desafios jurídicos e éticos

O avanço da Inteligência Artificial (IA) tem transformado diversas áreas da sociedade, mas também levantado questões complexas sobre propriedade intelectual. Com o surgimento de ferramentas capazes de gerar textos, imagens e vídeos a partir de comandos humanos, cresce a dúvida: quem detém os direitos sobre esses conteúdos? O usuário, o desenvolvedor da IA ou, de alguma forma, a própria inteligência artificial? IA e autoria: um debate em evolução Para Rogério Passos, sócio da Link3, especialista em marketing digital, a discussão vai além do campo técnico. “Esse tema traz grandes debates, que vão desde questões éticas até jurídicas, como o direito autoral de quem produz esses materiais”, afirma. Ele ressalta que receios frente às inovações são naturais: “É da natureza humana reagir com medo ou exagerar riscos. Mas será que isso é justificável?”, questiona. De forma simplificada, a Inteligência Artificial é a capacidade das máquinas de reproduzirem habilidades humanas, como raciocínio, aprendizado e criatividade. No entanto, essas tecnologias ainda operam com base em dados passados e instruções humanas, sem gerar conteúdos completamente originais. “O verdadeiro desafio da IA está na substituição da inteligência operacional, e não na criação de conceitos originais. Isso torna a autoria dos conteúdos um ponto crítico: se uma máquina gera um texto baseado em orientações humanas ou em conteúdos preexistentes, a quem pertence essa produção?”, explica Passos. A visão jurídica sobre Inteligência Artificial e propriedade intelectual A especialista em direito autoral Rosa Sborgia, sócia da Bicudo & Sborgia Marcas e Patentes, reforça que a questão é complexa. Ela explica que, em casos de textos gerados por IA, não se configura plágio se o material for baseado em conteúdos anteriores, desde que respeitadas as normas de direito autoral. “Lógico que temos que ter em mente que a lei é algo que pode mudar de acordo com novas realidades, e é bem possível que ocorram ajustes na legislação sobre o tema nos próximos anos”, alerta Sborgia. A especialista destaca que a Inteligência Artificial tem papel significativo em diversas áreas, especialmente na indústria, onde muitas inovações são atribuídas exclusivamente a sistemas de IA, sem intervenção humana. Porém, a legislação brasileira ainda não está preparada para regulamentar criações geradas por máquinas. Segundo Sborgia, “a legislação brasileira da propriedade intelectual, especialmente a Lei 9.279/96, vincula a invenção a pessoas físicas que atuaram diretamente na criação. Criações artísticas ou industriais sem intervenção humana não são reconhecidas legalmente. Um caso famoso que ilustra essa questão foi a disputa judicial sobre uma foto tirada por um macaco, em que se discutiu a autoria e direitos sobre a imagem”. As leis atuais — Lei de Propriedade Industrial (1996), Lei de Direitos Autorais (1998) e Lei de Software (1998) — foram criadas antes da explosão da IA, e ainda não consideram máquinas como inventoras. Mesmo acordos internacionais, como o Acordo TRIPS e a Convenção da União de Paris, reforçam que o inventor deve ser uma pessoa física. A Procuradoria do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concluiu que, no Brasil, a IA não pode ser nomeada como inventora em patentes. Atualmente, pedidos que indiquem a máquina como autora são rejeitados, enquanto o marco legal evolui para acompanhar as novas realidades tecnológicas. Considerações finais O tema Inteligência Artificial e propriedade intelectual segue em evolução e deve ganhar relevância nos próximos anos, à medida que o uso da IA se expande e novas legislações forem propostas. Para empresas, profissionais e criadores, compreender essas nuances é fundamental para garantir que inovações e conteúdos digitais estejam protegidos de forma segura e legal. Este debate é de grande interesse para associações e grupos empresariais como o Grupo Alliance, que acompanha tendências tecnológicas e jurídicas para apoiar empresas no crescimento estratégico e seguro.
Gestão in Foco 93: Um Olhar 360° sobre o Mundo Empresarial

O Brasil vive um momento de transformação constante, e o universo empresarial não fica de fora. Pensando nisso, a edição 93 da revista Gestão in Foco traz um panorama completo do mundo dos negócios, abordando temas que impactam diretamente o dia a dia dos empresários e líderes. Mais do que notícias ou tendências isoladas, a revista oferece uma visão 360° do ambiente empresarial, explorando gestão, inovação, comunicação, finanças, mercado de seguros, bem-estar e equilíbrio. O objetivo é inspirar mudanças de perspectiva, preparando os leitores para tomar decisões mais estratégicas em um mundo competitivo e em constante evolução. Um dos grandes diferenciais desta edição é a participação ativa dos associados do Grupo Alliance. Com experiências práticas, cases e insights reais, eles são peça fundamental para construir conteúdos relevantes e aplicáveis à realidade do empresário brasileiro. Quem quiser acompanhar todos os conteúdos da Gestão in Foco 93 pode acessar o site do Grupo Alliance (clique aqui) ou conferir pelas redes sociais do grupo: LinkedIn: linkedin.com/company/grupoalliance Instagram: instagram.com/grupoalliance Facebook: facebook.com/grupoalliance Com informações estratégicas e práticas, a Gestão in Foco 93 é leitura essencial para quem quer estar à frente, transformar pontos de vista e se preparar para os desafios de um mercado cada vez mais competitivo.